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Estado de Minas

Legião estrangeira no Gigante


postado em 25/06/2019 04:08

Torcedor japonês dá o exemplo e recolhe lixo após o jogo(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Torcedor japonês dá o exemplo e recolhe lixo após o jogo (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)


Como o Equador já havia atuado no Mineirão – derrota para o Uruguai por 4 a 0, na primeira rodada –, os japoneses foram, ontem, a sétima e última seleção estrangeira a estrear no estádio da Pampulha nesta Copa América. Isso porque os três times que disputam vaga na semifinal, além do Brasil, já passaram por BH: Venezuela e Argentina, que jogarão uma quarta de final, além dos paraguaios, que encaram o Brasil na quinta-feira, às 21h30, em Porto Alegre. O vencedor desses duelos se enfrentam na terça-feira (2 de julho), pela semifinal, na quinta e última partida na capital mineira pelo torneio.

Bolívia e Uruguai também jogaram em BH nesta Copa América. Ontem, a torcida do Japão ganhou o apoio de estudantes e participantes de projetos sociais, que receberam ingressos do Comitê Organizador. Mas desde o lado de fora, os orientais demonstravam confiança com o jovem time de Hajime Moriyasu, aos gritos de “Nippon, Nippon” (Japão, na língua local).

“Vim nos Jogos Olímpicos e estou no Brasil pela segunda vez. Aproveitei para conhecer as cidades dos jogos e pontos turísticos, como Pantanal e Foz do Iguaçu”, contou Tomoyasu Naruse, com uma bandeira do Japão e vestido com a camisa do Equador, que ganhou quando conheceu o país sul-americano, há quatro anos.

A torcida nipônica também era formada por japoneses que vivem em cidades brasileiras – como São Paulo e Ipatinga, polo industrial – e por descendentes, como a família de Ricardo Takahashi, que foi ao Mineirão, com camisa do Atlético e bandeira do Japão, ao lado da esposa Raquel e do filho, Lucas Takahashi.

No fim da partida, uma cena que tem se repetido em eventos esportivos mundo afora: um torcedor japonês percorreu as cadeiras recolhendo o lixo que encontrava pelo caminho.


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