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Estado de Minas

Seleção no teste final


postado em 09/06/2019 04:10

Os jogadores fizeram treino aberto no Beira-Rio, onde enfrentarão Honduras em amistoso(foto: PEDRO MARTINS/MOWA PRESS)
Os jogadores fizeram treino aberto no Beira-Rio, onde enfrentarão Honduras em amistoso (foto: PEDRO MARTINS/MOWA PRESS)
 
 
A menos de uma semana para a estreia na Copa América, o técnico Tite começa hoje a ver como a Seleção Brasileira se comporta em campo sem a presença de Neymar, cortado da equipe por causa de lesão no tornozelo direito, além de envolvido em escândalo sob acusação de estupro. O amistoso contra Honduras, às 16h, no Beira-Rio, em Porto Alegre, serve como teste final para o time encontrar um novo acerto.

Desde a chegada ao cargo de técnico da Seleção, em 2016, Tite dirigiu a equipe em 35 partidas e poucas vezes não contou com Neymar. O treinador só não pôde escalar o atacante em oito ocasiões, sete delas em amistosos e apenas uma em um jogo oficial: diante da Venezuela, nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Por isso, a preocupação do Brasil agora é desenvolver uma estratégia de jogo que não seja mais dependente do camisa 10. “Ele era nossa referência técnica, mas nossa Seleção no coletivo e no conjunto é muito forte. Temos peças para suprir nossas necessidades”, disse o volante Arthur.

A tendência seria voltar a testar Everton, do Grêmio, na vaga do jogador, assim como fez no amistoso de quarta-feira, contra o Catar. Mas ele treinou com David Neres na vaga. A expectativa contra Honduras é avaliar como o estilo de jogo vai mudar sem ter a principal estrela e sem ter de encarar uma marcação especial do adversário em cima de um jogador específico.

Pela primeira vez o treinador terá o grupo todo de 23 jogadores à disposição para observar no amistoso. O goleiro Alisson se apresentou na quinta-feira junto com o colega de Liverpool Roberto Firmino. Os dois devem ser titulares.

A outra novidade é Willian. O meia-atacante convocado para substituir Neymar vai herdar a camisa 10, mas deve ficar no banco de reservas. Ele se apresentou na manhã ontem. “É um momento único vestir a camisa da Seleção Brasileira. Quando recebi a ligação, deu aquele frio na barriga de novo como se fosse a primeira vez. Me sinto muito orgulhoso e feliz de estar aqui novamente. Jogar aqui no Brasil é melhor ainda. O calor da torcida será fundamental para buscarmos essa conquista”, afirmou.

Os jogadores admitiram a obrigação de encerrar a preparação com um bom resultado. “A gente sabe que a pressão é o dobro, o triplo do tamanho. Mas temos jogadores com mais experiência”, disse Arthur.

ARRANCADA A estreia do Brasil na Copa América será na sexta-feira, contra a Bolívia, no Morumbi. A adversária no Beira-Rio, Honduras, está na América do Sul para se preparar para a Copa Ouro. Na quarta-feira, a equipe disputou amistoso com o Paraguai e empatou por 1 a 1. Se ficar em primeiro lugar e chegar às semifinais, fará o duelo no Mineirão.


ENQUANTO ISSO...
Nas semifinais
O Brasil se classificou para as semifinais do Torneio Maurice Revello, o antigo Torneio de Toulon, na França, com 100% de aproveitamento no Grupo B, aplicando nova goleada. Depois de atropelar Guatemala e França, ambas por 4 a 0, a Seleção Brasileira Olímpica (sub-23) fez 5 a 0 no Catar, ontem, em Vitrolles. Os gols foram de Matheus Cunha e Paulinho (ambos fizeram dois) e Mateus Vital. A equipe agora aguarda pela definição do adversário nas semifinais, que serão na quarta-feira. O Japão, primeiro do Grupo A, também garantiu vaga. Os outros dois semifinalistas serão o primeiro colocado da Chave C, que sairá hoje da disputa entre Irlanda, México e China, e o segundo com melhor índice geral.


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