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Vitória apertada


postado em 30/04/2019 05:08

(foto: Son Salvador)
(foto: Son Salvador)


Claro, contam muito os três pontos faturados na primeira partida do Brasileirão de 2019. Dentro de casa, com a torcida desiludida, ainda buscando um treinador definitivo, o Atlético fez um bom resultado contra o Avaí. O problema é o estilo de jogo da equipe. Além de levar muitos gols – o VAR salvou o Galo de um empate –, o meio-campo atleticano é dos mais lentos do Brasileirão. Vejo o Adílson como um jogador de muita utilidade, combativo e com bom posicionamento tático. O seu defeito é a lentidão, prende o jogo e parece um carro com o freio de mão puxado, demora para vislumbrar uma solução para a jogada. Num futebol onde a cada dia a velocidade é a tônica, ele precisa acelerar.

O camisa 10...
Falam na volta do Cazares. Mais uma ilusão... Ele é apenas mais um, não tem futebol para ser o protagonista do meio-campo atleticano. Se o clube pretende alguma coisa em 2019, terá que buscar alguém para a posição. Pode até não fazer gols tão bonitos, mas terá que demonstrar vontade, aplicação e interesse.

COMPLICADO

Esse debate sobre o VAR, num país em que todo mundo quer que a arbitragem erre a seu favor, seguirá por toda a disputa. E, mesmo com a repetição dos lances, as dúvidas permanecem. No gol do Avaí, o atacante Brizuela atingiu o goleiro Victor, mas o gol foi validado. No outro, flagraram um toque de mão do Betão. Aí, fiquei tentando enxergar na repetição da jogada o que ocorreu. Confesso que não consegui uma opinião definitiva. Mas se o VAR marcou, tem que ser respeitado. O que vejo em campo em quase todas as partidas é a mesma postura que os profissionais da bola tinham com a arbitragem antes dos fiscais de vídeo. É cultural, o cara comete a falta, mete a mão na bola e não aceita a marcação.

DESTAQUE

Pelo menos o Atlético teve um destaque no último sábado. O Geuvânio mostrou como deve atuar um atacante. Corajoso, insinuante e passando a bola para quem está melhor colocado. Foi a principal figura do setor ofensivo atleticano. Que sua atuação sirva de inspiração para alguns outros.

NO RIO
O Cruzeiro até que estava indo bem. Invicto, campeão mineiro, sobrando na Libertadores. Mas se complicou contra o Flamengo. E uma coisa ficou bem evidente: o Dedé pode ser o mito, pode ser um grande zagueiro, mas o equilíbrio da zaga azul é o Leo. Sem tanta paparicação, ele vinha mantendo uma média excelente em suas atuações. Fez muita falta do Rio. Mas vejo uma maldade que estão cometendo. O Dedé errou muito, esteve abaixo do que se espera dele, um jogador de Seleção Brasileira, e querem culpar o Murilo. Pura maldade.

REALIDADE
Quando o Pedro Rocha fez aquele gol, depois de um bom lançamento do Fred, ficou a impressão de que o time do Mano seguiria invicto. O problema é que o Flamengo também tem um time muito bom. As falhas defensivas do time mineiro foram fatais. O tal Bruno Henrique, que um dia o Cruzeiro sonhou contratar, está jogando muito, teve os espaços que precisava para finalizar, atropelou seus marcadores e está num forma espetacular. Mas fica a lição: Mano tem um bom grupo de jogadores, mas precisa ajustar a tal cobertura da zaga. E, sem o Robinho, o meio campo foi combativo, mas esteve longe de ser criativo.

O VAR DO VAR
Você está assistindo a um jogo e, de repente, O VAR entra em ação. Você espera a decisão: foi gol ou não foi? Foi pênalti ou não foi? Pois bem, em seguida vem o VAR da TV, o cara analisa uma infração, diz que estaria tudo bem se no mesmo lance não tivesse ocorrido outra. Então fica aquela conversa: foi gol, mas antes do gol o jogador tal chutou o goleiro, então a jogada teria que ser parada e, consequentemente, o gol não valeria. Ora, isso é botar gasolina na fogueira. Tem que dizer se foi ou não foi. Esse papo de que “seria se não fosse” está enchendo a paciência.

SE FLU
E o Fluminense está botando a boca no trombone contra o VAR. Seu jogo contra o Goiás teve de tudo. Chuva que alagou o gramado, paralisação do jogo por 20 minutos, um pênalti pedido pelo tricolor e um gol que aconteceu graças à barreira, que deu aquele famoso pulinho e deixou a bola passar para balançar as redes. E depois querem culpar a arbitragem de vídeo. É demais...

ENTÃO...
O América não se assusta com o possível afastamento do Atlético do estádio do Horto. Fala até em ampliar sua capacidade. Só se for para shows, porque a média de presença da torcida do Coelhão é pequena.


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