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Indignação e elogios no Galo

Diretoria do Atlético, comissão técnica e jogadores contestam atuação do VAR no pênalti.Por outro lado, alvinegros destacam a boa postura tática do time nas partidas decisivas


postado em 21/04/2019 05:06

Rodrigo Santana orienta o lateral-direito Guga: para técnico interino, equipe fez %u201Cdois grandes jogos%u201D e momento é de %u201Ccrescer e vencer%u201D(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Rodrigo Santana orienta o lateral-direito Guga: para técnico interino, equipe fez %u201Cdois grandes jogos%u201D e momento é de %u201Ccrescer e vencer%u201D (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)

O discurso de jogadores, comissão técnica e diretoria do Atlético depois da perda do título mineiro foi de indignação. A atuação do árbitro de vídeo na marcação do pênalti no segundo tempo foi contestada pelos alvinegros, que voltaram a valorizar a postura tática da equipe – como havia sido no confronto de ida no Mineirão.

Os atleticanos citaram o lance de uma possível sobrecarga do zagueiro Dedé em cima do atacante Chará para enfatizar as reclamações contra a tecnologia, operada pelo gaúcho Leandro Pedro Vuaden. Na jogada, o árbitro do jogo, Leandro Bizzio Marinho, optou por não consultar as câmeras e preferiu dar sequência ao duelo, o que gerou muitas críticas dos alvinegros em todo o estádio.

Como na partida no Mineirão, o diretor de futebol do Atlético, Rui Costa, voltou a apontar falha grave no uso da tecnologia: “Vimos uma utilização equivocada do VAR. Do jeito que vimos, a arbitragem foi terceirizada. Temos de ter coerência. Se ele for usar o VAR de forma equivocada, tem que usar a favor do Atlético também. Quem apitou o jogo, na verdade, foi o Vuaden. Isso é um erro de protocolo. A decisão é de 180 minutos, mas os erros graves mudaram os rumos da taça”.

Um dos personagens do clássico, o técnico atleticano Rodrigo Santana por pouco não foi campeão estadual com pouco mais de uma semana no clube. Ele criticou a arbitragem, mas elogiou o comportamento geral da equipe nas partidas no Mineirão e no Independência: “Embora não tenhamos sido campeões, a equipe fez dois grandes jogos, com postura tática interessante na fase defensiva e ofensiva. Alguém tem de ser o vencedor. O grupo respondeu bem, e isso é bom. Todos saíram chateados, mas estão convictos de que é momento de crescer e vencer”.

O zagueiro Igor Rabello mostrou-se aborrecido com o resultado, que tirou dele  a chance de conquistar seu primeiro título pelo Atlético: “Fomos melhores, a gente não mereceu sair com o empate. Merecíamos o título. Foi marcado um pênalti pelo VAR. Se não tivesse aquele pênalti, o título era nosso. Temos de esquecer o Estadual e focar no que vai vir mais à frente”.

COMANDO
Sem tempo para que a diretoria nomeie um novo treinador, Rodrigo Santana será mantido no cargo para a partida decisiva de terça-feira contra o Nacional-URU, às 21h30, no Mineirão, pela Copa Libertadores. Mas Rui Costa admitiu que Rogério Ceni, que disputa o título cearense pelo Fortaleza hoje contra o Ceará, é um nome que agrada para comandar o clube no Brasileiro. “Não fizemos contato com ele. O Rogério nem aceitaria”, afirmou o diretor.

Se o Galo não vencer o Nacional, praticamente dará adeus à possibilidade de chegar às oitavas de final da Libertadores. Apesar do pouco tempo até  o confronto, o departamento médico alvinegro tentará recuperar o zagueiro Réver e o armador Cazares, que ontem desfalcaram o Galo no clássico por causa de problemas físicos.


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