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Estado de Minas

Mackenzie marca presença na final


postado em 17/04/2019 05:05

(foto: Fotos: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
(foto: Fotos: Marcos Vieira/EM/D.A Press)

 

Minas e Praia farão a partir deste fim de semana a primeira final mineira da Superliga Feminina de Vôlei. Mas a história da decisão passa por um terceiro clube de Minas Gerais, o Mackenzie, que formou quatro jogadoras titulares das duas equipes e, além disso, uma quinta disputou seu primeiro torneio com a camisa do clube do Bairro Santo Antônio, em Belo Horizonte. A primeira partida da melhor de três será domingo, às 11h, no Mineirinho.


Hoje em lados opostos, as meios de rede Mara, do Minas, e Carol, do Praia, começaram juntas as carreiras. Formavam a dupla central do Mackenzie desde o juvenil. Subiram juntas e disputaram juntas sua primeira Superliga, na edição 2008/2009, ano em que o clube chegou às quartas de final. Antes, juntas, foram campeãs mineiras juvenis em 2007, bronze com a Seleção Mineira nos Brasileiros de 2007 e 2008 e prata em 2009.


A líbero Suelen, que defende o Praia, também foi formada no Mackenzie e jogou por três anos no clube do Bairro Santo Antônio, de 2001 a 2003.


A ex-jogadora do Mackenzie de maior notoriedade, talvez na história do clube, é a ponteira Gabi, que chegou ao clube com 14 anos, depois de ser dispensada numa peneirada do Minas, clube que defende hoje. No clube do Bairro Santo Antônio, fez história. Já em sua primeira temporada, chegou à Seleção Mineira, na categoria infantojuvenil, e seu desempenho levou à sua primeira convocação para a Seleção Brasileira da categoria, tendo participado da conquista do título sul-americano, no Peru, e sido eleita a melhor jogadora da competição. Disputou, então, o Mundial de Ancara, na Turquia, com o Brasil terminando na sexta posição.


Ainda com 17 anos, ela foi promovida para o time adulto do Mackenzie e em 2010 participou da conquista do título mineiro e disputou sua primeira Superliga.


Do Mackenzie, Gabi foi para o Rio de Janeiro, comandado por Bernardinho, e chegou à Seleção Brasileira, pela qual conquistou três medalhas de ouro no Grand Prix Mundial, foi bicampeã sul-americana e vice-campeã mundial em Shaoxing'2018.


A quinta jogadora que tem o início da carreira vinculada ao Mackenzie é a líbero Leia, que embora não tenha começado no clube mineiro – iniciou em Piracicaba –, disputou sua primeira Superliga pelo time do Bairro Santo Antônio.

REVELANDO TALENTOS Não é só dos tempos atuais que o Mackenzie revela grandes jogadoras. Na década de 1960, nada menos que cinco jogadoras integravam a Seleção Brasileira: Juraci Raso, Leonésia, Neci, Eleni de Freitas e Belê. Nos anos 1970, Irene e Dora Castanheira.


Mais recentemente, o clube revelou a oposto campeã olímpica Sheilla; a ponteira Érika, que com a Seleção Brasileira foi ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg'99 e ouro no Grand Prix de 2004; a ponteira Thaisinha (Fluminense); a líbero Tássia (Sesi-SP); as levantadoras Priscila Eudes (Seleção Brasileira Militar) e Ana Cristina (Curitiba); a ponteira Carla (Fluminense); Vitória (Sesc-RJ); as irmãs Jordana (atualmente na Itália) e Ariane Tolentino (Fluminense) e a oposto Lorrenne (Osasco).


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