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Estado de Minas

Ele...


postado em 16/04/2019 05:06

(foto: Son Salvador)
(foto: Son Salvador)


O VAR não vai resolver todos os problemas da arbitragem. Se um cidadão erra com o apito na boca, vai errar diante do monitor. Além do mais, estamos diante de uma dúvida: o árbitro consulta o VAR ou o VAR orienta o seu trabalho? Do jeito que a coisa vem ocorrendo, a tecnologia não apita nada. É apenas uma bengala. Se o árbitro cismar de consultar, ela opina. Do contrário, segue o jogo. Aquela conversa de que certos lances são interpretativos acaba inibindo a evolução da arbitragem. O cara erra, contraria até a imagem e vem um cidadão dizendo que foi apenas uma interpretação. Muito complicado.

HORRÍVEL
Se o jogo foi até interessante, a arbitragem do clássico foi péssima. Quando um árbitro distribui 15 cartões amarelos e dois vermelhos numa partida, tem algo errado. Tivesse ele sido rigoroso e dado o vermelho no começo da partida, o clássico teria sido bem superior. Mas ele adotou aquela cartilha de que não vale dar cartão no primeiro tempo, então quase virou bagunça.

CHANCE
Tive a impressão de que o Cruzeiro não acreditou no futebol do Atlético. Entrou em campo para vencer, sabia que tinha uma equipe melhor entrosada, mas não buscou um placar maior como se esperava. Por seu lado, o Atlético foi aplicado. Claro, mostrou falhas que foram exploradas pelo time do Mano. Aquelas jogadas pelo lado direito da defesa atleticana não foram por acaso. É que o Guga marca mal, se posiciona muito à frente e abre espaço para quem vai à linha de fundo.

DÚVIDA
Acho o Rafinha um jogador importante no grupo cruzeirense. Mas entrou em campo numa pilha tremenda. Jogou pouco e brigou muito, levou o vermelho em jogada no meio-campo. Que bicho mordeu o Rafinha? Vai ver ele pensou que era o Mano Menezes.

ESPERTO, MAS NEM TANTO..
Egídio tem sido bom lateral, tem feito boas assistências. Mas precisa entender que tudo que se faz dentro de campo é mostrado pelas câmeras. O moço deu uma ombrada no Luan, fez aquela cara de inocente e escapou do cartão. Mas precisa evitar esse tipo de lance.

APAGÃO...

No Rio de Janeiro, durante o jogo entre Vasco e Flamengo, faltou VAR. Isso mesmo! Parte do equipamento pifou. Dizem que o enguiço foi no nobreak. Ora, mas não é esse o aparelho usado para evitar que o equipamento pare de funcionar? Afinal, ele tem uma bateria que alimentaria a máquina em caso de falta de eletricidade. Mas a coisa não foi bem assim. Em Belo Horizonte, o VAR falhou, mas não foi problema no equipamento. O defeito estava sentado em frente.

ESTILO
Vendo as coletivas da dupla Rui Costa e Rodrigo Santana, chego à conclusão de que o clube deve ter trocado também o cabeleireiro.

TESTE

Terminar o jogo sem Cazares e sem Luan foi um teste e tanto para o Galo. Um, embora não seja tão competitivo, pode desequilibrar uma partida pelo futebol refinado. O outro é um guerreiro dentro de campo. Foram duas baixas importantes.

ONDE
Acho que um clássico tem que ser jogado sempre num estádio maior. Mas o Atlético tem todo o direito de levar a partida para o Horto. Mas isso aumenta a sua responsabilidade.


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