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Estado de Minas

Raposa de DNA multicampeão

Cruzeiro fatura o hexa sul-americano batendo o UPCN na decisão. Triunfo leva o time ao Mundial de Clubes, que ocorrerá em novembro


postado em 03/03/2019 05:09

Festa azul: time celeste venceu os argentinos por 3 a 1 e se tornou o maior ganhador do torneio(foto: AGÊNCIA I7/CRUZEIRO)
Festa azul: time celeste venceu os argentinos por 3 a 1 e se tornou o maior ganhador do torneio (foto: AGÊNCIA I7/CRUZEIRO)


O Cruzeiro se tornou ontem o maior vencedor do Sul-Americano de Vôlei ao bater o UPCN por 3 sets a 1, na Arena do Minas, chegando a seu sexto título na competição – o quarto consecutivo –, superando as cinco conquistas do Banespa e do Paulistano. Com presença maciça da torcida azul e branca, as parciais foram fechadas em 25/19, 25/18, 21/25 e 25/16. Com o triunfo, a equipe mineira garantiu vaga no Mundial de Clubes, que será disputado em novembro.

Esta foi a quarta decisão continental entre o clube celeste e o time argentino. A Raposa ganhou três, em 2012, 2014 e 2019, e perdeu apenas em 2015. O terceiro lugar ficou com o Obras de San Juan, também da Argentina, que mais cedo bateu o Minas por 3 sets a 1, parciais de 25/20, 22/25, 26/24 e 25/17.

A partida começou bastante disputada, com várias trocas de pontos. O Cruzeiro, no entanto, se desprendeu no placar com ace de Sander, abrindo dois de vantagem. Logo em seguida foi a vez de Le Roux marcar ponto de saque e aumentar a diferença em três pontos (6/3). O time celeste estava afiado no fundamento. Isac também cravou a bola do outro lado da quadra, fazendo 13/7. Os adversários apresentavam dificuldades na recepção. Confortável, a Raposa administrou, fechando em 25 a 19.

Embalados com um primeiro set brilhante, os mineiros seguiram com o mesmo ímpeto no segundo, abrindo 3/1 logo de cara. Mais à frente, o UPCN chegou a ensaiar uma reação, mas o Cruzeiro continuava implacável no saque, abrindo 14/10. No fundamento, Le Roux ampliou ainda mais a diferença celeste (16/11). Assim como na primeira parcial, a Raposa apenas controlou a partida na reta final: 25 a 18.

No embalo de Evandro, o Cruzeiro começou o terceiro set abrindo 3 a 1. Quando o UPCN tentava a reação, o time celeste tirava uma carta na manga. O bloqueio era sua principal arma. Com isso, a equipe se manteve na dianteira, com dois pontos de diferença.

Chegou a abrir cinco de vantagem (10/5), mas teve erros sucessivos, cedendo o 14 a 14. Eis que apareceu Evandro. Assim como no restante da competição, o oposto se destacou em um momento decisivo e abriu dois pontos (16/14). Porém, o UPCN reagiu e virou, com Bartman implacável: 25 a 21.

Os times começaram o quarto set trocando pontos. A Raposa se desprendeu no placar após um ace e um bloqueio, fazendo 6/3. Assim foi a tônica da parcial até Evandro aparecer de novo. Dois pontos seguidos do oposto fizeram com que a diferença celeste fosse para cinco, com 13/8 no placar.

Então, Taylor Sander voltou a atuar bem no saque, marcando um ace importante para o Cruzeiro, fazendo 16/11. A partir daí, com os mineiros equilibrados, os argentinos se desestabilizaram, com a diferença chegando a nove pontos e Isac garantindo o do título em 26 a 16.


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