Conteúdo para Assinantes

Continue lendo ilimitado o conteúdo para assinantes do Estado de Minas Digital no seu computador e smartphone.

price

Estado de Minas Digital

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas digital por R$ 9,90/mês. Experimente 15 dias grátis >>

Estado de Minas

Reencontro com a fase dourada


postado em 04/02/2019 05:09

Jogadoras do Minas festejam em Gramado o título da Copa Brasil(foto: Rodrigo Ziebell/Divulgação)
Jogadoras do Minas festejam em Gramado o título da Copa Brasil (foto: Rodrigo Ziebell/Divulgação)

A conquista do título da Copa Brasil Feminina de Vôlei com a vitória por 3 a 1 (16/25, 25/20, 25/21 e 25/18) sobre o Praia tem um significado para lá de especial para o Minas. Veio exatamente 17 anos após a conquista de seu último título nacional (2002), como bicampeão da Superliga.

Capitã e veterana, a meio de rede Carol Gattaz, aos 37 anos, festeja. “O grande segredo de nosso time é mesclar jogadoras experientes com novatas, formadas na base do clube.” Também campeã sul-americana e vice mundial pelo clube no ano passado, ela revela que ao chegar, há quatro anos, sonhava com conquistas, mas que sua expectativa foi superada. “Não esperava que fosse assim de tanta importância. Esperava, sim, um título nacional. Mas vieram mais, como o sul-americano e estar na final do Mundial”.

Para ela, uma das receitas de vitórias está no clima interno. “Temos um grupo especial, dedicado, que joga com o coração. Aqui não tem, por exemplo, reclamação de quem fica no banco. Todas estão sempre prontas a entrar e resolver. São meninas do bem.”

A ponteira Gabi, formada no Mackenzie, comemorou como se fosse o primeiro título de sua carreira, ainda que já tivesse sido campeã pelo Rio de Janeiro. “Essa conquista tem um sabor especial pra mim. Ganhei com o Minas, o time da minha terrinha.” E promete mais: “Agora vamos buscar a Superliga. Esse é nosso maior objetivo”.

O título da Copa Brasil mexeu também com jogadoras campeãs no passado. É o caso de Ana Flávia, que estava na campanha do primeiro título da Superliga, em 92/93 – a competição ainda se chamava Liga Nacional. “É o coroamento de um investimento feito pelo clube, não só para trazer jogadoras de ponta, mas também valorizando a sua base. Isso é investir no esporte como um todo.”


Publicidade