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Estado de Minas

Pressão em dose dupla


postado em 24/01/2019 05:02

O meio-campo Matheusinho é um dos remanescentes do América, que hoje recebe o Villa no Horto(foto: MOURÃO PANDA/AMÉRICA/DIVULGAÇÃO)
O meio-campo Matheusinho é um dos remanescentes do América, que hoje recebe o Villa no Horto (foto: MOURÃO PANDA/AMÉRICA/DIVULGAÇÃO)


O duelo entre América e Villa Nova projeta hoje um jogo tenso pela segunda rodada do Campeonato Mineiro. De um lado, o Coelho em busca da primeira vitória – vem de empate por 1 a 1 com a Caldense, na estreia. Do outro, o time de Nova Lima, precisando reagir depois da goleada sofrida para o Tupynambás por 5 a 1. O vexame histórico no Castor Cifuentes irritou torcedores e pôs conselheiros em choque com a diretoria.

No América, a presença do zagueiro Messias ainda é um mistério. Ele foi desfalque em Poços de Caldas, já que estava envolvido numa possível transação com o Internacional, o que acabou não se concretizando. O jogador vem treinando normalmente desde segunda-feira. Se for escalado, formará zaga com Diego Jussani, saindo Paulão. “Ainda não decidi”, afirmou o técnico Givanildo Oliveira. O atleta mantém-se em silêncio. Internamente, alegou que estava fora de condições psicológicas diante da proposta do time gaúcho.

Para o volante Juninho, o América ainda está em fase de montagem, tendo sofrido um grande desmanche. No domingo, por exemplo, havia somente três jogadores da última temporada – ele, Zé Ricardo e Matheusinho, trio do meio-campo. “Acho isso uma vantagem, pois o nosso setor é importante. E como temos um entrosamento antigo, podemos facilitar o entrosamento com o restante do time.”

Juninho entende que é hora de vencer. “Temos de somar pontos o mais rapidamente possível. Atlético e Cruzeiro venceram na primeira rodada. Não podemos nos distanciar. Estar nas duas primeiras colocações é importante, pois no momento de decidir o time que estiver em primeiro leva vantagem. Foi isso o que aconteceu com o Cruzeiro no ano passado. Terminou em primeiro e foi campeão com dois resultados iguais.”

Para o volante, se a vitória não vier, provocará um aumento da pressão sobre o time. “Não que esteja desrespeitando o nosso adversário”, observa. Ele, porém, não se ilude com o desastre do Leão do Bonfim na estreia. “Sabemos que o Villa Nova vem de um resultado muito ruim, uma goleada, ainda mais por ter sido em casa. Espero um jogo muito difícil.”

Zé Ricardo, seu companheiro de meio-campo, avalia que o Coelho ainda passará por um processo de evolução. “Acredito que ainda temos coisas a melhorar. Isso faz parte. Tivemos apenas 17 dias de preparação e apenas treinamos. Então, é bom que temos muito ainda a crescer.”

O também volante aposta em motivação extra no jogo de hoje: a torcida. “Será nosso reencontro com ela. É normal a cobrança, pois todos querem ver o time ganhando. Mas, de certa forma, a cobrança que farão servirá de estímulo para o time. Será bom esse reencontro com a arquibancada.”

Como Juninho, ele afirma que parte da evolução está diretamente ligada ao entrosamento, já que há várias caras novas na equipe. “Os jogadores que chegaram são de muita qualidade. Temos tudo para crescer. Espero que aconteça o mais rápido possível”.

 

América x Villa Nova
América
Fernando Leal; Leandro Silva, Messias, Diego Jussani e João Paulo; Zé Ricardo, Juninho, Matheusinho e Marcelo Toscano; Neto Berola e Júnior Viçosa
Técnico: Givanildo Oliveira
Villa Nova
Georginy; Luiz Felipe, Gabriel, Rafael Vitor e Danillo; Eurico, Ramires e Luiz Fernando; Dinei, Elia e Bruno Cantonete
Técnico: Fred Pacheco
Segunda Rodada do Campeonato Mineiro
Estádio: Independência
Horário: 19h
Árbitro: Felipe Fernandes da Silva
Assistentes: Luiz Antônio Barbosa e Pablo Almeida Costa
TV: Pay-per-view

 

O adversário

Obrigação de reagir

Com a regularização do atacante Dinei, que teve o nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, o técnico Fred Pacheco definiu o time do Villa Nova, que joga pressionado por um bom resultado. Dinei entra na vaga de Caciano. Já o armador Iuri, que no domingo não enfrentou o Tupynambás por ter se apresentado no estádio sem a carteira de atleta da Federação Mineira de Futebol (FMF), ficará no banco. A determinação é dar uma resposta ao desastre do fim de semana, na goleada por 5 a 1 em casa para uma equipe recém-chegada à elite do futebol mineiro.


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