duas amigos olhando o celular e sorrindo

O dia do amigo, comemorado no Brasil em 20 de julho, é um convite à reflexão sobre os aspectos positivos e negativos da amizade, como a fofoca e a infidelidade

HND/Pixabay
A infidelidade pode ser contagiosa? O dia do amigo, comemorado no Brasil em 20 de julho, é um convite à reflexão sobre os aspectos positivos e negativos da amizade. Parece que a velha frase "diga-me com quem andas e eu te direi quem tu és", muito comum entre os brasileiros, parece fazer sentido inclusive no contexto de relacionamentos.

Seis em cada 10 pessoas afirmaram que experimentaram um menor comprometimento em seu relacionamento atual e mais desejo de buscar por relações e parceiros extraconjugais quando em seus ambientes de convívio social ocorreram situações e comportamentos semelhantes. Os dados são de uma pesquisa recente desenvolvida pelo site de relacionamentos, Second Love.

A pesquisa mostra que um contexto em que a infidelidade se torna aceitável pode levar pessoas do mesmo círculo a comportamentos semelhantes. Portanto, se alguém é vulnerável à traição ou tem oportunidades de infidelidade, o ambiente pode ser um impulso adicional, contribuindo para as pessoas deixarem de lado os valores morais e partirem para suas aventuras.
Os dados indicam ainda que a maioria das pessoas prefere ter relações extraconjugais com alguém que não pertença ao seu círculo social próximo ou de convívio diário, pois consideram que assim preservam a sua intimidade e a do seu parceiro.

A maioria dos usuários pesquisados confessou que quando a relação de infidelidade conjugal ocorre com um estranho, fica mais fácil de manter o sigilo e também menos complicado caso optem por acabar com o romance. E 63% das pessoas entrevistadas disseram, ainda, evitar ter os amigos como amantes, o que foi seguido por vizinhos (23%), colegas de trabalho (9%) e companheiros de estudos (5%).

Ao todo, mais de 2.400 pessoas entre homens e mulheres participaram anonimamente da pesquisa.