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Estado de Minas Quitandas

Minibiscoito de queijo

Receita fornecida por Luci de Nogueira Gonçalves, de Carmo do Cajuru: (37) 3244-1329


postado em 13/01/2017 09:40

Ingredientes:

- 1 kg de polvilho doce

- 400 g de manteiga

- 1 prato raso de queijo-de-minas curado, ralado, ou aproximadamente 250 g

- 4 ovos

- Sal a gosto

- 2 xícaras (chá) de leite

Variedade:

- Sábado de manhã é dia de percorrer o extenso corredor da Feira da Esplanada, em Divinópolis, e experimentar uma infinidade de aromas e sabores que vêm das barracas. Destaque para as quitandas, muçarelas, biscoitos fritos na hora e legumes fresquinhos.

Modo de Preparo:

Misturar os ingredientes, sendo que o leite deve ser colocado por último, aos poucos, até que a massa fique homogênea e no ponto de enrolar. Fazer rosquinhas com a massa e levar para assar em tabuleiro untado, em forno aquecido a 200 graus. Retirar quando começarem a dourar.



Herença que alimenta

De origem africana, a palavra quitanda já foi usada para denominar o tabuleiro em que eram colocadas as iguarias que seriam vendidas nas ruas. Ao longo do tempo, o termo acabou sendo usado como referência aos próprios produtos, preparados a partir de uma infinidade de ingredientes. Em Minas, as quitandas, mais que alimentar, parecem ter o incrível poder de aproximar as pessoas. Quer coisa mais mineira do que receber uma visita com cafezinho passado na hora e biscoitos, roscas, broas e pães de queijo?

Em Carmo do Cajuru, a 125 quilômetros de BH, a quitandeira Luci de Nogueira Gonçalves conhece bem esse traço da mineiridade. Logo que os viajantes chegam à sua casa, saquinhos de biscoitos de queijo por ela preparados são abertos e dispostos em travessas. Como manda a tradição, as receitas são herança da mãe, com quem aprendeu as primeiras lições ainda menina. Há 20 anos, a mineira vive do ofício e orgulha-se da boa fama cultivada na cidade.

Luci divide o trabalho com a filha Natalina, para quem ensinou os segredos do tão procurado ponto da massa. "A receita é fácil, mas depende da mão. Quando Natalina era mais nova, eu nem a deixava mexer, mas agora ela já sabe", conta. Uma história que se repete, para deleite das futuras gerações.

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