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Estado de Minas POPULAÇÃO CARENTE

Prefeitura distribui cesta básica para compensar fim do auxílio emergencial

Medida será adotada em Francisco Sá, no Norte de Minas; verba federal, de R$ 380 mil, será usada na compra de mantimentos


16/02/2021 19:12 - atualizado 16/02/2021 19:43

Cestas básicas serão distribuídas para famílias de áreas carentes de Francisco Sá, como o Bairro Alfredo Dias(foto: Prefeitura de Francisco Sá/divulgação)
Cestas básicas serão distribuídas para famílias de áreas carentes de Francisco Sá, como o Bairro Alfredo Dias (foto: Prefeitura de Francisco Sá/divulgação)
A Prefeitura de Francisco Sá (26,3 mil habitantes, Norte de Minas) vai doar cestas básicas a famílias carentes como alternativa para o fim do auxílio emergencial. O benefício deve durar até o retorno do socorro do governo federal no enfrentamento da crise da pandemia do coronavírus (COVID-19). Segundo o prefeito Mario Osvaldo Casasanta (Avante) serão usadas verbas federais.
 
Em situação semelhante à de outros pequenos municípios do Norte de Minas, a Prefeitura de Francisco Sá sofre com a falta de recursos próprios. O município não tem indústria e o comércio é fraco. A maior renda circulante no lugar vem dos pagamentos de aposentados e de programa de transferência do governo federal, como o Bolsa-Família.

Casasanta disse que vai comprar as cestas básicas com recursos de R$ 380 mil recebidos Tesouro Federal (Ministério da Economia). Ele conta que a verba entrou no caixa da prefeitura desde julho de 2020, para ser aplicada na saúde e na assistência social.

O prefeito disse que ainda não sabe exatamente quantas famílias vão receber as cestas básicas. “A distribuição será feita pela Secretaria de Assistência Social do município. O objetivo é o atendimento às pessoas mais necessitadas."
 
Ele afirmou, no entanto, estimar que poderão ser atendidas em torno de 250 famílias. Mario Osvaldo informou que a meta é que o programa de reforço alimentar da prefeitura dure 10 meses, com cada família recebendo uma cesta de mantimentos, mensalmente. 

Porém, o tempo da distribuição dos alimentos vai depender do retorno do auxílio emergencial do governo federal, que o presidente Jair Bolsaro (sem partido) anunciou que poderá ser retomado em março.
 
“Se o auxílio emergencial do governo federal retornar, vamos suspender a distribuição das cestas básicas e voltar a entregar os mantimentos quando o auxílio (emergencial) for interrompido novamente”, informou o prefeito.


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