Publicidade

Estado de Minas ADMINISTRAçãO PúBLICA

Um quarto dos servidores de MG ainda cobra o 13º


postado em 22/01/2020 04:00 / atualizado em 22/01/2020 07:21

Servidores da saúde protestaram ontem para pressionar o governo a quitar o 13º ainda não pago a 50% dos quadros de funcionários da área (foto: Luiz Henrique Campos/EM/D. A Press)
Servidores da saúde protestaram ontem para pressionar o governo a quitar o 13º ainda não pago a 50% dos quadros de funcionários da área (foto: Luiz Henrique Campos/EM/D. A Press)

Um quarto, ou 25%, do funcionalismo público de Minas Gerais ainda não recebeu o 13º salário de 2019 e pressiona o governo para que o benefício seja quitado o quanto antes. O Executivo ainda não tem uma data definida para quitar o vencimento atrasado.

Ontem, o governo anunciou a quitação do 13º salário dos servidores que recebem entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil líquidos por mês. Os funcionários da Secretaria da Fazenda, que recebem mais que o teto estabelecido, tiveram o benefício natalino dividido em três parcelas, a primeira paga também ontem.

O governo calcula que 75% do total de servidores mineiros já foram contemplados com o pagamento do benefício natalino de forma integral ou parcial. Ainda de acordo com o Executivo, 30% dos trabalhadores da educação e 50% da saúde ainda não tiveram acesso ao recurso.

As duas áreas se mobilizam. Depois de manifestação na última semana na Cidade Administrativa por servidores da educação, ontem foi a vez dos profissionais da saúde cobrarem do governador Romeu Zema a quitação total do 13º. Cerca de 100 servidores da saúde se reuniram na porta do Hospital João XXIII com cartazes e aos gritos de “Zema caloteiro, cadê nosso dinheiro”.

O governo de Minas aposta as fichas na concretização da operação de venda dos créditos do nióbio, que são de direito da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), para normalizar os vencimentos dos servidores, pelo menos de forma temporária.
 



Publicidade