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SP registra quarto ato contra Temer em menos de uma semanaManifestantes projetam 'Fora Temer' em embaixada na capital argentinaInterior de SP tem desfiles com protestos contra governo TemerManifestação contra Temer se junta ao Grito dos Excluídos em SalvadorAto contra Temer em Brasília reúne movimentos sociais, militantes e estudantesFeriado de 7 de Setembro tem manifestações contra governo Temer em várias cidadesManifestação marcada para segunda-feira pedirá saída de Temer e Cunha"O uso desregrado da força em manifestações políticas coloca em risco não apenas a segurança individual das pessoas, mas atinge o cerne do próprio regime democrático", diz o texto. O manifesto foi assinado por cerca de 2 mil pessoas, entre elas os escritores Milton Hatoum e Raduan Nassar, o crítico literário Antonio Cândido, os músicos Chico César, Arrigo Barnabé e Jards Macalé, a atriz Débora Duboc e cientistas políticos.
O texto afirma que "a eventual presença ou ação de grupos violentos no interior de uma manifestação pacífica não pode se tornar justificativa para ações repressivas, de retaliação e à margem da lei, que atinjam o conjunto dos manifestantes, jornalistas ou mesmo transeuntes". No domingo, a PM usou bombas de gás lacrimogêneo no fim do ato após um princípio de confusão, segundo o relato oficial, na Estação Faria Lima.
No encerramento do ato da quinta-feira, o primeiro a discursar foi o ex-senador Eduardo Suplicy. Ele sugeriu que o governo aproveite as eleições municipais para fazer uma consulta popular. "O povo poderia decidir se quer que Temer termine o mandato ou não", disse. Lideranças de grupos como o MST e CUT usaram o microfone para pedir "fora, Temer" e "fora, Cunha".
Greve
Vagner Freitas, presidente da CUT, defendeu um "esquenta" de greve para o próximo dia 22. "Vamos parar o que der para parar e atrasar o que der para atrasar", afirmou.
Com 23 anos, Naiara do Rosário, que milita no Coletivo de Educação Emancipa, diz que foi para a rua porque "o atual governo está atacando a educação".