"É uma continuidade de atos que levou a ser um recorde de protocolos de pedidos de impeachment de todos os presidentes da história do País", declarou. "Isso não é normal. É sinal de uma conjuntura, digamos assim, desfavorável. Efetivamente há uma contestação. Você advém de um processo político complicado que vem desde a eleição", disse. "Ao mesmo tempo, houve a suposta prática do crime de responsabilidade." Segundo ele, para tentar evitar o processo de impeachment, o governo está em um "estágio de feirão, saldão".
Há um impasse entre o entendimento de Cunha e governistas sobre como será feita a segunda chamada da votação.
A chamada será feita por bancada, começando por uma da região Norte do País, seguida por outra do Sul, e assim sucessivamente. O peemedebista disse que votará junto com os deputados do Rio de Janeiro. Ele estima que a votação deve ser encerrada neste domingo, 17, por volta das 22h..