"Otávio, O nosso Alcoólico está indóssil (sic). Seria oportuno uma ligação sua para ele. Fico preocupado com as reações intempestivas. Abs. Léo", escreveu o empreiteiro no dia 5 de agosto de 2014 para Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez.
O ex-parlamentar foi preso nesta terça-feira, 12, na Operação Vitória de Pirro, 28ª etapa da Lava Jato.
Na decisão em que deflagra Vitória de Pirro e manda prender Gim Argello, o juiz federal Sérgio Moro se referiu a mensagens trocadas por Léo Pinheiro, em 2014, com interlocutores, entre eles o ex-presidente da Andrade Gutierrez e hoje delator da Lava Jato, Otávio Marques de Azevedo, como um 'verdadeiro encontro fortuito de provas'.
O juiz da Lava Jato destacou ainda uma troca de mensagens de 30 de setembro de 2014, entre Léo Pinheiro e Gustavo Nunes da Silva Rocha, presidente da Invepar, empresa do Grupo OAS.
"Gustavo Rocha: Falei com ele