Oficialmente, a propriedade de 173 mil m² (o equivalente a 24 campos de futebol) está em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar – um dos fundadores do PT – e de Jonas Suassuna. Ambos são sócios de Fábio Luís, o Lulinha, filho do ex-presidente. Lula nega que o terreno seja seu e alegou, por meio da assessoria, frequentar o sítio apenas em dias de descanso. Os relatórios obtidos pela reportagem, no entanto, mostram que seguranças presidenciais responsáveis pela escolta de ex-chefes de governo receberam quase mil diárias para acompanhar Lula em 283 dias de viagens ao sítio — entre 2012 e 11 de janeiro de 2016. Ontem o PT lançou uma campanha no site oficial e partiu em defesa de Lula..
Lula viajou 111 vezes para sítio em Atibaia
Documentos produzidos pelo Palácio do Planalto revelam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou 111 vezes a Atibaia, no interior de São Paulo. O destino do petista era o sítio Santa Bárbara, propriedade localizada nas matas da cidade onde a construtora Odebrecht desembolsou cerca de R$ 700 mil em reformas. A empresa é investigada pela Operação Lava-Jato por supostos desvios de recursos da Petrobras. As informações foram divulgadas pelo site da revista Época.
Oficialmente, a propriedade de 173 mil m² (o equivalente a 24 campos de futebol) está em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar – um dos fundadores do PT – e de Jonas Suassuna. Ambos são sócios de Fábio Luís, o Lulinha, filho do ex-presidente. Lula nega que o terreno seja seu e alegou, por meio da assessoria, frequentar o sítio apenas em dias de descanso. Os relatórios obtidos pela reportagem, no entanto, mostram que seguranças presidenciais responsáveis pela escolta de ex-chefes de governo receberam quase mil diárias para acompanhar Lula em 283 dias de viagens ao sítio — entre 2012 e 11 de janeiro de 2016. Ontem o PT lançou uma campanha no site oficial e partiu em defesa de Lula..
Oficialmente, a propriedade de 173 mil m² (o equivalente a 24 campos de futebol) está em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar – um dos fundadores do PT – e de Jonas Suassuna. Ambos são sócios de Fábio Luís, o Lulinha, filho do ex-presidente. Lula nega que o terreno seja seu e alegou, por meio da assessoria, frequentar o sítio apenas em dias de descanso. Os relatórios obtidos pela reportagem, no entanto, mostram que seguranças presidenciais responsáveis pela escolta de ex-chefes de governo receberam quase mil diárias para acompanhar Lula em 283 dias de viagens ao sítio — entre 2012 e 11 de janeiro de 2016. Ontem o PT lançou uma campanha no site oficial e partiu em defesa de Lula..