Desde a manhã desta quarta-feira as rodovias estaduais do Rio Grande do Sul estão livres de protestos de caminhoneiros, que começaram uma paralisação na segunda-feira, 9, pedindo melhores condições de trabalho e a saída da presidente Dilma Rousseff. De acordo com o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), os últimos pontos de concentração foram abandonados ao longo desta madrugada. "Seguimos monitorando, mas por hora não tem absolutamente nada", esclareceu ao Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o capitão Luís Antônio Machado, chefe da Comunicação Social do Comando Rodoviário da BM.
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Segundo o capitão Luís Antônio Machado, do CRBM, também há a percepção de que o movimento não teve uma adesão tão expressiva de caminhoneiros. A greve, organizada pelo grupo intitulado Comando Nacional do Transporte (CNT), não é apoiada pelas principais entidades representativas do setor.
Machado reconhece, no entanto, que o fluxo de caminhões circulando pelas rodovias diminuiu, o que pode sinalizar que muitos caminhoneiros aderiram à greve, mas estão optando por ficar em casa, em vez de se concentrar nas estradas..