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Estado de Minas

Projeto de lei que cria Dia Municipal da Esposa do Pastor é aprovado em Coronel Fabriciano

A matéria foi aprovada em unanimidade em sessão ordinária do último dia 10. A proposição é da vereadora evangélica Andreia Botelho (PSL)


postado em 13/03/2015 11:38 / atualizado em 13/03/2015 11:44

'Como evangélica, sou conhecedora do trabalho realizado pelas esposas de pastores', justifica a vereadora Andreia Botelho (PSL)(foto: Reprodução Facebook)
'Como evangélica, sou conhecedora do trabalho realizado pelas esposas de pastores', justifica a vereadora Andreia Botelho (PSL) (foto: Reprodução Facebook)
Um projeto de lei aprovado por unanimidade na Câmara Municipal de Coronel Fabriciano, na Região do Vale do Rio Doce, está gerando polêmica antes mesmo de seguir para sanção ou veto da prefeita da cidade. A vereadora Andréia Botelho (PSL), que é evangélica, apresentou o PL 2.559/2015 que cria o Dia Municipal da Esposa do Pastor, a ser comemorado em 3 de março de cada ano.

A aprovação ocorreu no último dia 10 em sessão ordinária da Casa Legislativa. De acordo com a Câmara Municipal, a parlamentar argumentou que o projeto tem a intenção de reconhecer o trabalho e a dedicação “daquela que defende e apoia a vida com Deus ao lado do seu esposo”. Na justificativa de relevância do projeto, Botelho ainda disse que seria gratificante comemorar a data por ser no mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher (8 de março).

Dois dias depois da aprovação, a vereadora divulgou nota esclarecendo que a data comemorativa não gerará custos ao município e nem resultará em feriado na cidade, ou seja, não acarretará em gastos dos cofres públicos e nem na interrupção dos serviços prestados pela administração municipal.

“Trata-se de uma homenagem às esposas de pastores da cidade, tão importantes no meio evangélico, do qual faço parte. A prova maior de que a matéria não lesa o patrimônio público municipal é que a mesma é constitucional e foi aprovada por unanimidade pelo parlamento fabricianense, independentemente da coloração partidária”, informou na nota.

Botelho rebateu críticas ao projeto de lei: “Estão querendo induzir as pessoas de bem contra mim em razão do trabalho voluntário que realizo na cidade, por meio do Projeto Social de nossa autoria, que tão bem atende aos mais necessitados”.

A parlamentar ainda reiterou a defesa à ideia do projeto: “Como evangélica, sou conhecedora do trabalho realizado pelas esposas de pastores. Trabalho este que muitas vezes não é visto por alguns. Sei do valor e da valentia de cada uma delas em prol dos Ministérios de seus respectivos esposos”.

Pelo Facebook, comentários contra e a favor o projeto alimentam a polêmica. Veja alguns posts:

(foto: Reprodução Facebook)
(foto: Reprodução Facebook)


(foto: Reprodução Facebook)
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