Rossetto aceitou a brincadeira de Carvalho, afirmando que chega ao posto para "dar continuidade a um conjunto de conquistas" sociais e democráticas ao lado da presidente Dilma Rousseff.
O novo ministro defendeu a intensificação, no segundo mandato de Dilma, da agenda de direitos sociais e políticos pautados pelo PT nos últimos 12 anos de governo, para dar continuidade à "transformação da república brasileira de elitista e excludente numa república democrática".
Ele cobrou o fim do "derramamento de sangue jovens nas periferias" pela violência por meio de políticas sociais sem "nenhum direito a menos, nenhum passo atrás" na construção de uma "república brasileira radicalmente democrática"..