Katia Abreu disse que sua atuação no comando da pasta será marcada pelo diálogo, afirmou que ouvirá todos os setores e permitirá a participação da iniciativa privada. "Eu sempre digo que se o ministério não atrapalhar, o agronegócio vai bem, obrigada. Tenho que me esforçar para que o ministério não atrapalhe. Temos que facilitar a vida do produtor e não criar dificuldade".
A nova ministra afirmou, ainda, que dará "atenção total" aos produtores rurais, para que saiam da subsistência e possam ir ao mercado.
Decisão pessoal
A senadora Ana Rita (PT-ES) afirmou na manhã desta quinta-feira, ao chegar ao Congresso para a solenidade de posse de Dilma Rousseff, que a escolha de Kátia Abreu para chefiar o Ministério da Agricultura foi uma decisão pessoal da presidente reeleita, não do PT.
Militante dos direitos humanos, Ana Rita foi questionada sobre críticas de setores do PT à escolha de Kátia Abreu para o ministério. Alegam que Abreu, presidente da maior entidade ruralista do País, é defensora dos grandes produtores rurais e contrária a bandeiras históricas do partido, como a reforma agrária. "Não questiono a indicação pessoal da presidenta Dilma. Acredito que a indicação da Kátia Abreu é da cota pessoal dela", afirmou a senadora petista..