O ministro da Justiça ponderou, contudo, que é necessário garantir a continuidade das apurações das irregularidades. "O governo tem uma posição muito clara pelas investigações. E aqueles que praticaram atos ilícitos têm de ser punidos", afirmou ao deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), onde participou de evento na manhã desta terça-feira.
Indagado sobre o enfraquecimento político de Graça, Cardozo repetiu que "não há nenhum ato ilícito que possa implicar em qualquer juízo de valor" em relação à presidente da Petrobras. A estatal também negou nesta terça, por meio de nota, que Graça tivesse conhecimento prévio dos desvios que vinham sendo praticados na petroleira
Mais cedo, em evento do Rio de Janeiro, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), também defendeu Graça, dizendo que não há "acusação formal" contra ela. Temer disse que a presidente Dilma Rousseff decidirá "o melhor" para o futuro do comando da estatal, mas negou que mudanças possam ser tomadas com base no questionamento da conduta de Graça..