Segundo o presidente da Câmara, é impossível querer que uma medida provisória dessa complexidade seja estudada, analisada e votada pelos 513 deputados "em um prazo de cinco, seis horas". “É impossível exigir desta Casa o que ela não poderia dar. Eu lamento.” Na comissão mista que analisou a MP, foram incluídos diversos dispositivos que vão desde o parcelamento de dívidas, até o porte de armas, a regularização fundiária, a desoneração fiscal de vários setores e a hereditariedade nas licenças de taxistas.
Henrique Alves está reunido neste momento com os líderes partidários para tentar um acordo que viabilize a votação da MP. Ele disse, antes da reunião, que a Câmara só aceitará votar as MPs que chegarem à Casa com pelos menos 15 dias de prazo de vigência. “Vou comunicar todos os presidentes das comissões mistas que serão devolvidas as MPs que não chegaram ao plenário da Câmara com, pelo menos, duas semanas de vigência. Teremos uma semana para a Câmara e outra para o Senado.”