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As investigações da Polícia Federal demonstraram que, apenas nos últimos cinco anos, a Oscip recebeu valores superiores a R$ 400 milhões das adminsitrações públicas federal, estadual e municipal de 10 estados e no Distrito Federal.
Mandados
Além das prisões, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão na Oscip, em empresas pertencentes ao esquema criminoso, e nas sedes de prefeituras mineiras: Araçuaí, Coração de Jesus, Januária, São Francisco,, São João da Ponte,, Taiobeiras e Três Corações. Também estão sendo alvo de busca e apreensão um Instituto do Governo de Minas Gerais, o Ministério do Trabalho e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).
Os presos responderão, na medida de suas participações, por crimes contra a administração pública, formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, dentre outros. Se condenados, as penas máximas aplicadas aos crimes ultrapassam 30 anos. A operação foi assim denominada em referência à expressão "lobo em pele de ovelha", atribuída ao grego Esopo. Participam da ação 30 servidores da Receita Federal, cerca de 200 policiais federais e 30 servidores da Controladoria da União. (com informações da Políia Federal)