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CNJ determina correição no Tribunal de Justiça do AcreBiden recomenda que brasileiros deixem de se subestimar e acreditem no êxito do paísDesembargadora que analisa caso de fraudes no Acre denuncia ameaçaEm um relatório complementar do inquérito, a PF aponta suposta relação suspeita entre desembargadores e os investigados. Cinco dos dez magistrados têm algum tipo de impedimento, afirmou Cezarinete.
A liminar dada pelo ministro Fux ampliou a decisão do TJ do Acre e impediu que os desembargadores locais julguem os pedidos de liberdade, "bem como qualquer processo alusivo à Operação G7", registra Fux. A decisão foi dada no fim da tarde de ontem, 5, atendendo uma reclamação do Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que apontou "iminente usurpação de competência" e requereu que o caso fosse enviado ao STF.
Na madrugada desta quinta-feira, 6, a desembargadora do TJ e o delegado Maurício Moscardi, da PF, embarcaram para Brasília com todo inquérito, em 11 malotes e quatro caixas. Após formalizar a entrega do caso ao STF, Cezarinete terá uma reunião com o corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, e depois com o presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa.
Além da relação suspeita entre desembargadores e os investigados na Operação G7, a desembargadora, que é vice-presidente do TJ do Acre, vai relatar as ameaças e um suposto plano para matar a relatora do caso, desembargadora Denise Castelo Bonfim.