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Senado aprova Barroso para o STF, com 59 votos a favorPlenário vota indicação de Barroso para o STFJuiz determina saída de colonos de área indígena no MTSe o Supremo definir que as regras valem para todos os processos o governo terá uma regra certa para cumprir, o que facilitaria sua vida e evitaria conflitos entre índios e fazendeiros. O julgamento do recurso depende justamente de Barroso, que será o relator do tema.
O novo ministro também indicou que pode, em julgamento de recursos no tribunal, manter o entendimento de que a Lei de Anistia não poderia ter o alcance revisto por decisão judicial. Em sua opinião, cabe à política decidir se o momento histórico do País é punir responsáveis por torturas ou promover um acordo de paz. “Na vida existem missões de justiça e na vida existem missões de paz. As duas podem ser legítimas. Quem tem a competência política é que deve decidir se a hora é de uma missão de justiça ou se a hora é de uma missão de paz”, avaliou.
O novo ministro afirmou ainda que reduzir a maioridade penal para punir adolescentes que cometem crimes aumentaria a população carcerária. Sobre o poder do Ministério Público de fazer investigações, afirmou que “enquanto não vier uma lei interditando (...), o MP pode, sim, conduzir a investigação (...) mas de forma excepcional”.