Prestes a completar três meses à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) ainda não conseguiu imprimir ritmo adequado de trabalho. Com várias reuniões canceladas devido a tumultos e protestos, inclusive de parlamentares ligados ao colegiado, projetos que estão na pauta não foram votados. O pastor evangélico se defende ao citar que a comissão aprovou 20 requerimentos e fez três “grandes” audiências públicas desde que ele assumiu o posto. A página on-line de notícias da comissão, porém, mostra apenas cancelamentos e transferência de datas de reunião, enquanto no mesmo período do ano passado a atuação do colegiado foi intensa.
Sob comando de Feliciano, comissão ainda não aprovou sequer um projeto
Comissão teve várias reuniões canceladas devido a tumultos
Prestes a completar três meses à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) ainda não conseguiu imprimir ritmo adequado de trabalho. Com várias reuniões canceladas devido a tumultos e protestos, inclusive de parlamentares ligados ao colegiado, projetos que estão na pauta não foram votados. O pastor evangélico se defende ao citar que a comissão aprovou 20 requerimentos e fez três “grandes” audiências públicas desde que ele assumiu o posto. A página on-line de notícias da comissão, porém, mostra apenas cancelamentos e transferência de datas de reunião, enquanto no mesmo período do ano passado a atuação do colegiado foi intensa.