Leia Mais
Borges assume ministério com a tarefa de investir as verbas disponíveis em obrasDiretor do DNIT nega embaraço em ser chefiado pelo PRDeputado Anthony Garotinho abre sigilo bancário e fiscal"Como político experiente sei que preciso me relacionar bem com todos os possíveis candidatos à presidência da República, afinal, se for governador, tenho que estar em sintonia com o governo federal. A praticamente dois anos da eleição, embora Dilma seja favorita, quem conhece política sabe muito bem que é impossível dizer hoje quem será o próximo presidente do Brasil", afirmou o líder do PR no blog. O ex-governador disse que a aliança do PR com a presidente Dilma "foi nacional e envolve apoio aos projetos que o governo enviará à Câmara e ao Senado em favor do Brasil".
O ex-governador concluiu: "A volta do PR ao Ministério dos Transportes não muda o que penso a respeito do PT, muito menos vai diminuir minhas cobranças a respeito das investigações de desmandos que tenham sido cometidos, nem tão pouco altera minha visão do que foi o mensalão, nem vai apagar da minha memória as covardias que Lula fez contra Rosinha quando governava o Estado do Rio de Janeiro, nem vai me transformar num político hipócrita".