O presidente do PT em Santa Catarina, José Fritsch, reconhece o resultado pífio em 2010, mas diz estar otimista quanto a mudanças no cenário para o ano que vem. "Uma eleição sempre é diferente da outra. Em 2010, a oposição conseguiu incutir nos eleitores um preconceito, pelo fato de a Dilma ser mulher. Mas hoje a situação é outra, ela já consolidou com sucesso seu modo de governar", avalia. No ano passado, o partido conseguiu colocar aliados nas prefeituras das principais capitais do Sul, mas perdeu espaço em cidades importantes, como Joinville. Fritsch acredita que a influência do PSDB está reduzida na região. "Somos o segundo partido que mais cresceu eleitoralmente em Santa Catarina na eleição passada. As perspectivas para a presidente Dilma no ano que vem são boas", conclui o presidente regional do partido.
Presidenciáveis enfrentam desafios para a disputa eleitoral em 2014
Partidos já se movimentam para fortalecer nas capitais e no interior a imagem dos seus candidatos ao Palácio do Planalto
O presidente do PT em Santa Catarina, José Fritsch, reconhece o resultado pífio em 2010, mas diz estar otimista quanto a mudanças no cenário para o ano que vem. "Uma eleição sempre é diferente da outra. Em 2010, a oposição conseguiu incutir nos eleitores um preconceito, pelo fato de a Dilma ser mulher. Mas hoje a situação é outra, ela já consolidou com sucesso seu modo de governar", avalia. No ano passado, o partido conseguiu colocar aliados nas prefeituras das principais capitais do Sul, mas perdeu espaço em cidades importantes, como Joinville. Fritsch acredita que a influência do PSDB está reduzida na região. "Somos o segundo partido que mais cresceu eleitoralmente em Santa Catarina na eleição passada. As perspectivas para a presidente Dilma no ano que vem são boas", conclui o presidente regional do partido.
Para os tucanos, a meta é crescer em estados onde os petistas ainda têm supremacia, como no Norte. No Amazonas, por exemplo, Dilma conseguiu seu desempenho mais acachapante no segundo turno: teve 80,5% dos votos, contra 19,5% do tucano José Serra, sem nem sequer visitar o estado durante a campanha. O presidente do PSDB-AM, Arthur Bisneto, diz que o PT é forte no estado e na região por conta do uso da máquina pública. "Alguns municípios, como Manaquiri, vivem quase que exclusivamente de programas sociais do governo, que são usados eleitoralmente. As regiões mais dependentes desses programas tendem a dar votações maiores ao candidato do governo", justifica o presidente regional da legenda, que é filho do prefeito de Manaus, o ex-senador Arthur Virgílio Neto. Ele acredita que a disputa municipal do ano passado ajudou a fortalecer o PSDB no Amazonas. "Em Roraima e no Pará, temos o governador e lideranças fortes em cidades como Porto Velho. Já está havendo mudança dos quadros na região Norte e nosso desafio é defender candidatura própria", explica.