Neto disse ainda que a operação foi desnecessária, pois toda a documentação pedida pelo MPE foi colocada à disposição dos promotores em depoimento prestado por Alvimar no dia 14.
Empresários suspeitos de envolvimento em fraude no Norte de Minas negam as acusações
Os empresários Alvimar de Oliveira Costa, ex-presidente do Cruzeiro, e o atual vice-presidente do clube, José Maria Fialho, vão tentar reaver na Justiça a documentação apreendida pela operação Laranja com Pequi. A ação foi deflagrada terça-feira pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pela Polícia Federal para apurar suspeitas de fraude em licitações para fornecimento de merenda escolar para a Prefeitura de Montes Claros e também refeições para unidades prisionais em Minas. O advogado dos empresários, Antônio Velloso Neto, negou as acusações e disse que todas as licitações vencidas pela empresa foram feitas dentro da lei, “precedidas de pregão eletrônico e na maior lisura”. Os empresários são sócios da empresa Stillus Alimentação, acusada pelo MPE de comandar as fraudes que contariam com a participação de outras seis empresas. Ele disse ter estranhado o nome da operação, pois a empresa está registrada na Junta Comercial de Minas em nome de Alvimar e José Maria. “Não há nada em nome de laranja”.
Neto disse ainda que a operação foi desnecessária, pois toda a documentação pedida pelo MPE foi colocada à disposição dos promotores em depoimento prestado por Alvimar no dia 14.
Neto disse ainda que a operação foi desnecessária, pois toda a documentação pedida pelo MPE foi colocada à disposição dos promotores em depoimento prestado por Alvimar no dia 14.