“Não há possibilidade de o Marcelo estar envolvido em esquema. Nunca usamos o poder para fazer qualquer tipo de esquema. Coloco minha função, minha vida à disposição porque confio. Ele demorou para sair, porque eu o segurei. Chegou um momento em que não pude segurá-lo”, explicou, durante audiência na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara. “Não trabalho com ninguém corrupto”, completou.
Lupi voltou a dizer que foi o ministério que acionou a Controladoria-Geral da União (CGU) sobre as falhas nos convênios com ONGs. “Tomamos a iniciativa de chamar. Está tudo documentado. Tenho traquilidade”, destacou.