Jornal Estado de Minas

Marco Maia não será investigado em denúncia sobre Polícia Legislativa

Presidente da Câmara é suspeito de ter autorizado o uso da Polícia Legislativa para intimidar três pessoas que testemunharam contra o deputado Policarpo (PT-DF) processo na Justiça Eleitoral

Agência Câmara
A Mesa Diretora decidiu nesta terça-feira retirar o nome do presidente da Câmara, Marco Maia, do pedido de investigação sobre denúncias contra a atuação da Polícia Legislativa. O PPS pediu que a Corregedoria investigasse a informação divulgada pela Revista Veja de que o presidente teria autorizado o uso da Polícia Legislativa para intimidar três pessoas que testemunharam contra o deputado Policarpo (PT-DF) em um processo na Justiça Eleitoral.
Segundo a Mesa Diretora, a representação do PPS vai tramitar na Corregedoria, mas se restringirá a investigar a atuação da Polícia Legislativa no caso. A Mesa Diretora tomou a decisão sem a presença de Marco Maia, que se retirou da reunião antes de o assunto entrar em discussão.

Maia negou, nessa segunda-feira, qualquer ingerência sobre o trabalho da Polícia Legislativa. Ele disse que só tomou conhecimento das investigações por meio da Veja.

Com exceção do PPS, as lideranças dos demais partidos na Câmara (Psol, PV, PT, PSDB, PSD, DEM, PRB, PMDB, PSC, PR, PP, PSB, PTB e PDT) apresentaram nessa segunda-feira uma moção de solidariedade a Marco Maia.