Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas Pontualidade

A marca de quem se importa com o outro


01/08/2022 04:00

Juliano Schiavo*
Americana - SP

A pontualidade é a marca dos que se importam com os outros. Tenho essa frase comigo, por acreditar que, ao sermos pontuais, deixamos de roubar o tempo alheio e isso significa respeitar a outra pessoa. Todos temos nossas obrigações e, ao marcarmos um encontro, uma reunião, qualquer situação que demande um tempo fixado, nada mais justo e educado do que respeitar o horário e cumpri-lo.

Os atrasos por si só já demonstram a falta de comprometimento e geram a sensação de desconfiança. Se alguém não cumpre algo simples, como chegar no horário, algo se quebra ali. Passa-se a sensação de desleixo, de pouco se importar com o outro. E ainda gera a incômoda sensação de espera daquele que honra com o horário.

Lógico, imprevistos acontecem. Contratempos ocorrem. Porém, sabendo-se disso, sempre é importante se precaver para evitar atrasos. Não se trata de implicância, ser metódico ou chatice seguir os horários combinados. É apenas algo muito simples, que pode ser resumido numa única palavra: educação.

Transformar o atraso em um hábito é demonstrar a falta de respeito e empatia por quem espera pontualmente. Inclusive, se o outro está ali já esperando no horário marcado, isso demonstra que houve uma preocupação em cumprir um combinado. Logo, aquele que conseguiu chegar pontualmente teve que mudar a rotina, de forma a não fazer o outro esperar.

Por sua vez, ao transformar a pontualidade em hábito, demonstra-se o quanto se importa com o tempo alheio. É mostrar empatia. É demonstrar respeito. É passar a sensação de que se é capaz de gerir o próprio tempo. É algo simples, porém eficaz, que passa uma mensagem clara de respeito e confiança. E aí, que tal abolir os atrasos da vida?

*Juliano Schiavo é jornalista, escritor e professor

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade