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bicampeão brasileiro

Galo: lembranças e superstições de torcedor

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Thiago de Mattos Serafim 
Belo Horizonte

“Parafraseando o grande colunista Fred Melo Paiva, o Campeonato Brasileiro de 2021 vai durar para sempre. Entre as próximas derrotas e vitórias do Galo, vamos costurar lembranças desse título. Um deles é de quando um amigo meu, Jason, atleticano dos que apenas a presença muda já incomoda os rivais, convidou-me para assistir a Galo x Fluminense, pela 35ª rodada, no seu apartamento. Eu fui pela cerveja, pela amizade e pela garantia que recebi do anfitrião: ‘Vem, sô, chamei o Rubens, meu vizinho, também, e sempre que ele vem aqui o Galo goleia, não tem erro.’ Impossível recusar, pensei. Mas o jogo não foi nada fácil e o Galo precisou invocar os poderes do nosso incrível super-herói para virar em duas bolas paradas: um pênalti bem batido e uma cobrança de falta com ajuda da barreira, que pra nós atleticanos não deixou de ser um golaço. Apito final e o placar indicava 2 a 1 pra nós. Explosão, euforia e gritos: ensaiamos uma catarse que se daria dali a quatro dias. Saí de lá com duas certezas. A primeira, e naquela altura já maturada, a do título. A segunda, e mais controversa, a de naquele dia a superstição do Jason sobre a presença do seu vizinho havia funcionado: o Galo goleou!.”




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