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Estado de Minas Cultura

Superstições de geração em geração


22/10/2021 04:00

Gregório José
Belo Horizonte

“'Minha orelha esquentou. Devem estar falando de mim.' Bom, não acreditei, mas na via das dúvidas mordi na gola da camisa e ninguém próximo de mim reclamou de ter mordido na língua. 'Guarda-chuva aberto dentro de casa atrai azar.' Não existem relatos ou pesquisas científicas que demonstrem o contrário. Eu não esquento, mas na dúvida. Se quiser evitar. 'Visitas indesejadas em casa? Coloque uma vassoura atrás da porta que logo vão embora.' Minha mãe fazia isso e dava certo. Não precisei fazer, todos que me visitaram eram boas pessoas. Ouvi muitas vezes que 'apontar o dedo para estrelas nasceria verruga'. Escondido dos astros, apontei e nenhum dos meus dedos tem verrugas. Então, acho que comprovadamente é crendice.

'Deixar a bolsa no chão é pedir para que o dinheiro vá embora.' Bom, nunca usei bolsas. Não por preconceito, mas acho que não me caem bem. Talvez seja por isso que ele anda curtinho. Mas, se não uso, não esquento. 'Passar embaixo da escada ou cruzar com gato preto dá azar.' Bom, passar embaixo da escada é arriscado, vai que tem alguém pintando uma parede, carregando um objeto, aí corre o risco. O gato preto não traz azar, a não ser que você vá pisar no bichano e ele seja daqueles revoltosos.'Achar um trevo de quatro folhas dá sorte.' Tive uma plantação de trevos de quatro folhas. Como não os achava, a sorte foi total. Ou nem tanto? E se por acaso o 'noivo  ver a noiva vestida antes do casamento', a união será desastrada? Bom, tem muita gente se casando e logo separando. Talvez seja por isso, ou não! Tanto faz. 

O importante é ser feliz. E aí? Tem alguma que te faz sofrer? Ou, como diriam os mais antigos: 'Não creio, mas existem'!”

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