Jornal Estado de Minas

POLÍTICA

O controle político do presidencialismo

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Antonio Negrão de Sá 
Rio de Janeiro  

"Essa guerra entre governo e Congresso tem lógica, pois define o controle político do país. O Brasil adotou um presidencialismo envergonhado, híbrido. Grande parte dos constituintes de 1988 defendia o sistema parlamentarista, que o povo recusou em duas consultas. O Parlamento brasileiro é híbrido, envergonhado, pode tudo e sem ele não se governa. Cassou arbitrariamente Dilma, engavetou impeachment contra o corrupto Temer e segura os crimes de Bolsonaro. Nessa eleição, as direitas se enfrentam pelo poder político, de olho no PT. O neofascismo é regressivo nos costumes, racista, negacionista, genocida, e o neoliberal, regressivo na economia, antidemocrático, antipovo trabalhador. Decisão salomônica, difícil. Restam duas alternativas: candidatura própria, marcar e perder, ou a oposição se unir para afastar o fascismo, conter reformas neoliberais, retornar ao estado de direito, ocupar comissões da casa."




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