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Estado de Minas DIGITAL

Será que vamos nos afogar em dados?


24/10/2020 04:00

Vivaldo José Breternitz
São Paulo 

"É público e notório que a humanidade vem gerando cada vez mais dados – nos últimos anos, produzimos mais dados do que ao longo de toda a nossa história – e que esses dados estão sendo cada vez mais utilizados para o bem e para o mal. Há alguns anos, talvez uma década atrás, falava-se em data warehouses (armazéns de dados), estruturas em computador onde nas quais as organizações armazenariam seus dados. O volume de dados aumentou e começou-se a falar em data lakes (lagos de dados); é possível que logo apareçam outras expressões, como data oceans ou qualquer coisa similar. Para termos uma ideia melhor acerca desses volumes, em 2011, o volume de dados armazenados pela humanidade era de 1,8 zetabytes. Hoje, são mais 40 zetabytes. Um zetabyte corresponde a 1.180.591.620.717.411.303.424 (270) bytes – de forma muito simplificada, um byte, em sistemas convencionais, pode armazenar um dígito ou dois algarismos. Esse volume de dados corresponde a 57 vezes a quantidade de todos os grãos de areia de todas as praias da Terra. Dito de outra forma, se esse volume de dados fosse salvo em discos blu-ray, o peso desses discos seria de mais de 40 milhões de toneladas."

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