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Estado de Minas TECNOLOGIA

Uso da internet se estabiliza no país


postado em 09/04/2020 04:00

Vivaldo José Breternitz
São Paulo 

"Dissemos, recentemente, que o COVID-19 está alterando os padrões de uso das redes de telecomunicações, especialmente da internet: funcionários de governos e empresas estão trabalhando na modalidade home office; universidades e outras escolas estão adotando ferramentas de educação a distância; pessoas confinadas em suas casas buscam notícias, jogam on-line e assistem a filmes na modalidade streaming. Tudo isso leva a um aumento substancial do uso da internet, o que gera preocupação quanto à capacidade da rede em termos de processamento de todo o volume de tráfego requerido. Dissemos, também, que governos solicitaram às plataformas que disponibilizam conteúdos digitais e operam na modalidade streaming que passem a divulgar seu conteúdo no padrão standard, e não em alta definição (HD), como forma de diminuir o volume de tráfego. Isso tem sido feito e, no Brasil, com sucesso: apesar de o tráfego de rede ter subido desde que o país entrou em quarentena, levando ao consumo a quase 11Tbps (terabits por segundo), acredita-se que a demanda se estabilizou. As medidas anunciadas por provedores de conteúdo, como Netflix, YouTube, Globoplay, Facebook e Instagram – que diminuíram a qualidade de seus vídeos –, podem ter ajudado para manter o equilíbrio no consumo da banda larga no país, de acordo com o NIC.br (órgão responsável por coordenar e integrar as iniciativas e serviços da internet no país). O NIC.br afirma que a infraestrutura brasileira está adequada às recentes mudanças no padrão de consumo. De acordo com o órgão, a capacidade instalada do Brasil é mais do que o dobro do consumo atual, estando por volta de 25Tbps, ficando claro que no momento não é utilizada nem a metade da capacidade disponível. Essa é uma boa notícia, embora não custe relembrar o velho ditado: sabendo usar, não vai faltar."

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