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Estado de Minas POLÍTICA

Reflexão sobre os desmandos oficiais


postado em 07/04/2020 04:00

Hernani José de Castro
São Gonçalo do Rio Abaixo – MG  

"Popularmente, ouve-se que ‘cão que late não morde’, assim como  'bode só faz barulho'. Antes do lançamento da chapa do atual governante, o general reformado e hoje vice-presidente, em alto e bom som, chamava a atenção sobre impedir, a qualquer custo, a intenção de se modificar o regime político nacional. Após um tempo, um seu companheiro de generalato ratificava sua fala. Depois de empossado, o senador Eduardo Bolsonaro, observando o que viria à frente, por parte da esquerda, mostrou, em suas palavras, que pelo caminho democrático nada se arranjaria. Alguns meses mais tarde, voltou a afirmar, mesmo indiretamente, que, caso a esquerda continuasse afrontando o governo, poderia se pensar num novo AI-5. Os brasileiros natos, acreditando numa reviravolta do estrago deixado pelo governo anterior, não questionam essas afirmativas e a maioria aplaude pela ‘necessidade’. O próprio presidente, cauteloso quanto a empregar tal emergência, deixa estampado em seu semblante estar preocupado com a situação, cada vez pior. E assim, a nação vai capengando a ‘toque de caixa’. A urgência em cortar, segundo uma PEC, penduricalhos e os percentuais acima do teto salarial estabelecidos em lei está engavetada há muito tempo, chegando a perder sua validade. Agora, voltando a ser examinado, já estão protelando sua aprovação. Fica-se ‘abobalhado’ ao saber que o  auxílio de alimentação e as férias duplas do Judiciário estão fora dessa discussão. A lei outorgada para este auxílio incabível, devido ao quanto ganham – R$  39.293(?) –, é uma lei extraordinária, pois acima e mais forte que a presente, que é ordinária. Aquela, portanto, não modifica esta."

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