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Estado de Minas MINAS

Leitor faz apelo ao governador


postado em 17/12/2019 04:00

Naldi Joviano dos Santos
Belo Horizonte

"O governador Romeu Zema vive falando que o estado está falido, que não tem dinheiro para investimentos, nem dinheiro para pagar o 13º dos servidores e insiste na tese de que tem de privatizar a Cemig, Copasa e outras estatais. Ao mesmo tempo, o governo vem fazendo verdadeiro carnaval de nomeações de pessoas para cargos em comissão de recrutamento amplo, ou seja, está trazendo gente de fora para ocupar cargos sem concurso público. Tem feito designações de servidores efetivos para funções gratificadas e, ainda, atribuição de uma tal gratificação temporária estratégica. O governador vem fazendo uma verdadeira black friday de nomeações no estado. Seria de bom alvitre que o Ministério Público checasse a origem desses servidores comissionados, nomeados sem concurso. Zema disse que trata os servidores com isonomia. Alguém tem de explicar para ele o real significado dessa palavra, uma vez que ele reconheceu as perdas inflacionárias somente do pessoal da área de segurança e que pretende enviar à Assembleia projeto de lei para corrigir as perdas dessa categoria. Além disso, durante o parcelamento dos salários, o pessoal da área de segurança e os da saúde recebia a 1ª parcela, no valor de R$ 3 mil, e os demais servidores uma de R$ 2 mil. Além disso, os militares receberam o 13º de 2018, que Pimentel não pagou, em menos parcelas do que os demais servidores. Isso é isonomia, governador? Claro que não: isonomia é sinônimo de igualdade. É preciso dizer ao governador que os servidores que se aposentaram antes de 2003, com direito a proventos fixados para cargos comissionados e calculados com base na tabela estabelecida para o grupo de administração indireta, estão sem aumento desde 2010. Será que somente o salário dos secretários sensibiliza o governador e, por isso, eles merecem receber jeton para engordar o seus contracheques? Olhe também, governador, para os que deram sangue e suor trabalhando para o estado. E, para encerrar, além de não haver previsão orçamentária para a concessão de aumento para as demais categorias, o governador pretende elevar a alíquota de contribuição previdenciária dos atuais 11% para 14%, o que é uma afronta à categoria. Tenha dó, Zema."

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