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Estado de Minas PUNIÇÃO

Cidadão preocupado com os rumos do país


postado em 12/11/2019 04:00

Múcio Batista de Souza
Belo Horizonte

"É incrível e inacreditável. Consta de levantamentos feitos por órgãos competentes, e divulgados pela mídia, que milhares de pessoas encontram-se presas após condenação em segunda instância. Centenas e centenas condenadas em primeira instância e muitas e muitas dezenas nem sequer foram julgadas e condenadas. Muito estranho. Em 2016, o investigado ex-presidente Lula ainda não havia sido condenado em segunda instância e o Supremo Tribunal Federal (STF), por seis votos contra cinco, entendeu, naquela oportunidade, ser legal a prisão de condenados em segunda instância. Inexplicável e, curiosamente, depois que o ex-presidente foi julgado e condenado em segunda instância e, consequentemente, preso, alguma coisa aconteceu que abalou o entendimento de um dos ministros do STF. Daí, de seis a cinco a favor da prisão passou a seis a cinco contra a prisão em segunda instância. Três anos para mudança de opinião em um assunto de tão grande importância... Pode? Devidamente solto, o chefe maior da quadrilha já convocou os demais membros da 'gangue' para traçar planos de ação visando agitar o país, retornar ao poder e dar continuidade à roubalheira e desvio de recursos públicos para os seus respectivos bolsos. Em discurso típico de agitador, pede a solução do caso Marielle Franco, que petistas tentam imputar a membro do atual governo. Mas jamais permitiu que se investigasse o assassinato de Celso Daniel, por militante petista, e que iria denunciar corrupção descarada de membros da alta administração do país, representada por muitos petistas que, posteriormente, foram denunciados, investigados e condenados. Inclusive, em segunda instância, devido a fartas provas testemunhais e documentais, e que, presos, agora se beneficiaram do julgamento no STF que pretendia, tão somente, beneficiar Lula. Que não haja no Brasil uma luta fratricida que, embora possível, deve ser evitada pelas instituições que compõem e defendem a democracia e soberania da nação: Congresso Nacional e Poder Judiciário."


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