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Educação é a chave para futuro próspero


29/12/2021 04:00

Susan Clemesha
Diretora acadêmica da Sphere International School

A pandemia trouxe grandes mudanças para a nossa sociedade. Desde como trabalhamos, como aprendemos, como nos comunicamos e nos relacionamos, até o que almejamos para o nosso futuro.

No entanto, ela só acelerou um futuro que todos sabiam que estava vindo: um mundo de tecnologia e realidades virtuais. Há anos, especialistas já falam que as diferentes inovações seriam chave para as próximas gerações, mas estamos vivendo o começo dessa era agora. A Era da 4ª onda da Transformação Digital.

Conceitos como metaverso já estão sendo abordados como o próximo passo na jornada de conexões sociais. A "Industry X" é a nova fase da evolução da produção, que usa tecnologias avançadas para reinventar produtos e serviços, desde o design e engenharia até a produção e suporte. Ou seja, estamos na beira de um mundo de novas possibilidades e onde tudo poderá ser reinventado.

Mas estamos preparados para esse futuro? Como se preparar para ele?

Em um cenário atual de aumento de 10% na evasão no ensino superior privado em 2020, a falta de mão de obra especializada pode custar, até 2028, mais de US$ 11,5 trilhões aos países do G20.

Isso nos mostra que a parcela da população que continuar investindo em educação de qualidade – seja a sua própria, dos seus filhos ou na educação como um negócio – deve ter um futuro próspero com novas oportunidades criadas pelas tecnologias inovadoras.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, já em 2025, poderemos ver a criação de novos postos de trabalho para humanos e a implantação de máquinas em outros. Não é por acaso que as 10 profissões em alta atualmente já são relacionadas com tecnologia.

Mas não qualquer tecnologia, mas aquelas profissões que exigem uma alta habilidade de resolução de problemas, trabalho colaborativo, autogerenciamento e o desenvolvimento de tecnologia por meio do pensamento crítico e criativo.

Os que estão atualmente no mercado de trabalho terão que se adaptar rápido, mas as escolas de educação básica que ainda não oferecem um ensino compatível com o futuro também precisarão se reinventar para preparar as crianças.

O Fórum Econômico Mundial mapeou as oito características críticas que as escolas deverão ter. São elas: cidadania global, inovação e criatividade, tecnologia, habilidades interpessoais, aprendizado personalizado, acessibilidade e inclusão, ensino colaborativo baseado em problemas reais, e aprendizado duradouro. Adeus para decorar o conteúdo só para a prova.

Seja por causa das novas tecnologias ou das mudanças de comportamento de cada geração, a educação não pode ser estática. Ela deve sempre estar à frente do seu tempo, disposta a mudar como ensinar e antecipar tendências. Essa é a chave para o futuro.


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