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A COVID-19 e seus efeitos na economia brasileira

Está na hora de o Brasil se transformar em protagonista mundial


postado em 25/03/2020 04:00




Daniel Katz
Presidente do Conselho do Instituto 
de Formação de Líderes


A paralisação do mundo nas últimas semanas, em especial no Brasil, devido à pandemia da COVID-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tem a possibilidade de trazer uma recessão sem precedentes na história da humanidade. Não há duvida da periculosidade do vírus, que, até o momento, já matou mais de 15 mil pessoas e infectou mais de 358 mil habitantes de todas as partes do globo, segundo o site informativo Worldometer. Porém, o número de  infectados que ainda não foram diagnosticados é muito superior ao divulgado.

O número de pessoas que morrem por algum tipo de consequência de gripes é superior a 300 mil pessoas, anualmente, segundo a mesma fonte. Ainda de acordo com o site, mais de 80% das mortes atribuídas à COVID-19, infelizmente, são de idosos.

Do ponto de vista médico, as atitudes de lockdown que estão acontecendo em todo o mundo, aparentemente, são acertadas. No entanto, estamos produzindo um passivo econômico que será irreversível em curto espaço de tempo.

As previsões atuais de crescimento do governo brasileiro já são entre 0,02% a -4% do PIB mundial e a elevação do desemprego da ordem de 30%. Podendo ser muito pior que o crash de 1929, quando ocorreu a quebra da Bolsa de Valores de Nova York e se desencadeou a mais devastadora crise econômica da história dos Estados Unidos.

Aparentemente, o medicamento cloroquina ataca o vírus, conforme informado pelo Ministério da Saúde, o que suavizará os impactos em número de vítimas do mesmo. E, caso os especialistas encontrem a cura do coronavírus, todos os problemas tendem a ser suavizados.

Mas, caso isso não ocorra, para não termos outra morte, a da economia junto ao caos social, os governantes deveriam começar a pensar e agir rapidamente com soluções paliativas.

A primeira seria estipular uma quarentena para os idosos e grupos de risco, e estruturar uma rede de ajuda para os mesmos, uma vez que esses têm sidos os mais impactados pela pandemia; a segunda seria revogar os decretos que obrigam todos a fechar as lojas e reativar o comércio de todas as áreas; a terceira é abrir novamente as fronteiras municipais, estaduais e federais, pois deveríamos ser uma mesma cidade, um mesmo estado, um mesmo país, um mesmo mundo.

O tempo está contra todos e a escolha não é fácil. Está na hora de o Brasil se transformar em protagonista mundial.




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