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Estado de Minas ESPAÇO DO LEITOR

Espaço do leitor


postado em 10/08/2019 04:00



FUNDO SOBERANO
A melhor solução é investir na educação
Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha – ES
“O Espírito Santo é privilegiado. É exemplarmente administrado, sob todos os aspectos. Vai bem, mas pode melhorar ainda mais. Meu conterrâneo, o governador Renato Casagrande está de parabéns ao criar e anualmente, com parte dos royalties do petróleo, depositar R$ 400 milhões no fundo soberano. Casagrande pensa grande, pensa no futuro, mas é preferível investir hoje para, lá adiante, colher os frutos. Priorizar a educação é fundamental. Alguma melhoria nas escolas, nas bibliotecas, valorizar os mestres com salários e cursos de aperfeiçoamento; escola em tempo integral para todo o segundo grau, no estilo Primeiro Mundo, desde o início da manhã até o final da tarde, antes de os aunos irem para casa fazer o dever escolar; professores disponíveis para reforço, à escolha dos alunos; atividades artísticas ou esportivas, dependendo do número de adeptos e condições favoráveis. Com a educação, muitos dos problemas serão solucionados e é a forma de dar igual oportunidade a todos, longe da humilhante cota para isso e para aquilo."

ADMINISTRAÇÃO
Há algo de podre no reino das Minas Gerais
Amauri Ferreira Tolentino – Belo Horizonte
"A BR-381 somente ficará pronta em 2040. Somente as refinarias de São Paulo e Rio de Janeiro não serão privatizadas. A União não toma conhecimento das reivindicações de Minas em relação à lei Kandir. A BR-367 continua sendo um entrave para o desenvolvimento do nordeste mineiro. Pacientes da rede hospitalar estão comendo ovo, pois não há repasse do estado para a empresa fornecedora de alimentos. Essas e outras notícias, pinçadas aqui e ali, nos levam à seguinte indagação. O que os três senadores, os 53 deputados federais, os 77 deputados estaduais estão realmente a fazer pelos mineiros? E o pior: entra ano, sai ano, e parece que nossos representantes continuam deitados em berço esplêndido. A letargia parece aliada não a esse ou aquele velho ou novo representante, mas ao cargo. E assim caminhamos numa triste e agonizante indolência obrigatória. Mas essa situação demanda, também, novas perguntas. Quais os mecanismos que pessoas comuns têm para cobrar dos nossos eleitos? Como obrigar esse pessoal a cumprir as promessas de campanha e olhar Minas Gerais como terra-mãe? Será que adiantaria disparar e-mails para todos esses parlamentares? É realmente estarrecedor estarmos nas mãos desse pessoal."

MEIO AMBIENTE
Assinante mira em posição de Bolsonaro
Eliana França Leme – Campinas – SP
"Até que enfim o agronegócio se deu conta de que a política ambientalista pró terra arrasada de Bolsonaro só prejudica os negócios, bem como projeta a imagem de um país predador do meio-ambiente, além de atrasado. Isso como se nossa imagem lá fora já não fosse extremamente ruim em outros assuntos graves, como a violência, por exemplo. É preciso compreender, de uma vez por todas, que vivemos num mundo interconectado e nada do que é dito e feito pelo presidente da oitava economia do mundo passa despercebido. As investidas do presidente de desapego à preservação do meio-ambiente podem até encontrar eco e manter firmes seus adeptos que se identificam com sua visão de mundo, mas provocará danos à imagem do nosso país cada vez mais profundos, com o potencial de se tornarem irreversíveis. Assim, um presidente da República, antes de abrir a boca tendo como base apenas sensações ou percepções muito particulares, deveria, antes, se informar com seus inúmeros assessores que são pagos para isso. Falar em garimpar em terras indígenas ou transformar reservas ambientais de Angra dos Reis numa Cancún, ou mesmo mexer com um sistema tão equilibrado como o da Ilha de Fernando de Noronha, são apenas exemplos do que nunca deveria ser feito e que tem o potencial de comprometer, para sempre, nossa já tão desgastada imagem no exterior. E, por fim, de fato, a Amazônia é um fetiche para os estrangeiros, especialmente europeus, e que bom que assim seja, porque atrai turistas e ambientalistas apaixonados por nossas belezas naturais. E sua preservação nos confere um selo de seriedade e competência que só nos ajudaria em todos os setores, além do agronegócio. Podemos dar como exemplo uma das maiores indústrias de cosméticos do mundo, nacional com muito orgulho, que se notabilizou pelo profundo respeito e zelo pela nossa natureza na confecção de seus excelentes produtos. Portanto, seria bom, se possível, que o presidente Bolsonaro parasse de brincar com coisa séria, pois tudo o que faz produz consequências ruins ou boas, conforme a direção que as ações governamentais tomam. Assim, se Bolsonaro não demonstra amor pela natureza, que pelo menos demonstre interesse pelos negócios que a preservação promove."


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