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Estado de Minas

O meio ambiente está gritando por socorro

A importância da natureza em nossa vida é indizível


postado em 26/04/2019 05:06

 

 




Vivemos a era da tecnologia, da informática... o mundo não se aquieta, as evoluções e revoluções ocorrem na velocidade da luz. Entretanto, até hoje o ser humano ainda não conseguiu perceber a importância da natureza, que, continuamente, sofre as agressões e o repúdio egoísta dos seres racionais.

O ser humano lida de uma forma predatória e inconsequente com as questões ambientais. Praticamente, em todo o processo de aglomeração de indivíduos, na maioria desorganizadamente, o grande malefício é depositado na natureza. Ela é obrigada a absorver toda e qualquer ação humana.

Em pleno século 21, a discussão sobre a importância dos cuidados com o meio ambiente já deveria estar ultrapassada. Viver sustentavelmente deveria fazer parte da nossa rotina, mas, infelizmente, não é isso que vemos. Aos poucos, estamos poluindo tudo, dizimando nossa própria fonte de existência.

As águas que consumimos repletas de cloro, o ar de diversos poluentes, na maioria tóxicos para a respiração humana, e as terras tornando-se inférteis ou contaminadas por agrotóxicos. E nós no meio disso tudo, vendo as coisas acontecerem, reclamando na maioria dos casos e inertes, como se os problemas também não fossem nossos.

A importância da natureza em nossa vida é indizível. Sem ela, com certeza, não existiria vida sobre a Terra e os humanos, acredito eu, entrariam em extinção. No equilíbrio ambiental encontra-se a perpetuação da vida, a manutenção da própria espécie com qualidade de vida.

Imaginemos um caso hipotético: como seria o planeta se, neste instante, por um toque de mágica, todo os humanos desaparecessem? Agora, pensemos o contrário: o que seria dos seres humanos se todos os animais e plantas, pelo mesmo toque de mágica, simplesmente sumissem? Acredito que o planeta não sentiria nenhuma falta nossa, já o contrário não diria o mesmo. Ou você, que está lendo este texto, pensa diferente?

Claro que não quero ser fatalista, mas precisamos repensar nossa relação com as questões ambientais. Ter conforto proveniente das conquistas e avanços tecnológicos é algo que todos nós queremos, todavia, torna-se urgente pensar em formas alternativas para continuar vivendo assim. Alimentar uma cadeia de consumismo que mais parece uma bomba-relógio planetária não deveria ser uma ação de um ser pensante, que se diz racional.

É dever de todos nós idosos, adultos, jovens e crianças proteger a natureza. É preciso reverter este quadro de insanidade ambiental. Precisamos assumir a responsabilidade e a consciência da transmissão, para outras gerações, de um mundo mais sadio, equilibrado, portanto, de um mundo voltado para uma educação na qual as crianças sintam o prazer e a necessidade da preservação do próprio planeta, nossa casa comum.

É preciso saber e querer cuidar da natureza, na mesma proporção que ela sabe cuidar de cada um de nós.



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