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A revolução dos bancos médios


postado em 21/04/2019 05:05

Não é de hoje que os bancos médios precisam se reinventar para se manter competitivos em um mercado extremamente acirrado e dominado por grandes bancos praticamente invulneráveis e onde a alta lucratividade já é algo corriqueiro em seus balanços.

Porém, essa reinvenção nunca foi tão visível como no momento atual. A força do digital trouxe à tona as fintechs como uma real tendência mundial. A facilidade de uso, transparência com o cliente e rapidez nos processos tornam o usuário pessoa física peça-chave nessa transformação dos bancos médios, que se beneficiam, e muito, pelo fato de estarem pulverizando mais sua carteira, ficando menos suscetíveis às turbulências do mercado e conseguindo mais combustível para abastecer o crédito dos bancos médios.

Para isso, foi necessário criar canais de tecnologia e de relacionamento direto, voltados para o mundo atual, no qual o importante é a experiência gerada junto ao cliente e, principalmente, uma moeda cada vez mais cobiçada nos dias atuais: o tempo. Mais especificamente: o ganho de tempo. Atualmente, práticas como pegar fila para descontar um cheque ou arcar com taxas de anuidade de um cartão de crédito são consideradas a contramão da boa relação entre banco e cliente e caíram em desuso (quando não, descrédito). A nova geração, que vem junto e na mesma velocidade do veloz avanço tecnológico, não quer perder tempo: sua mais valiosa e impagável moeda.

Porém, além da tecnologia (e para abrigá-la) os bancos médios precisaram mudar sua cultura, seu modus operandi e sua relação com seu colaborador, pois esse faz parte da construção e do consumo desse novo processo digital. Com isso, regalias como vagas exclusivas para carros de executivos abrem espaço para bicicletários e postos de patinetes elétricos, terno e gravata deram espaço ao novo dress code, em que o conforto é levado em conta e até bermuda é bem-vinda.

Entradas triunfantes de mármores italianos deram lugar a estruturas aparentes por onde corre a tecnologia de ponta, conectando todos os cantos de escritórios cada vez mais colaborativos e dinâmicos. Áreas de trabalho comuns são rodeadas de pufes, lousas, mesas itinerantes, sofás para reuniões ágeis e muita cor.

Mais do que nunca, a arquitetura tornou-se essencial no processo de disrupção dos bancos médios, através de projetos em que as mesas de trabalho têm medida necessária ao desempenho confortável, sem exageros, liberando espaço para aproveitamento com áreas colaborativas e de trabalho ágil. A implantação das áreas múltiplas e diversificadas é atrelada às atividades e dinâmicas de cada equipe que utilizará tais espaços, e a tecnologia é implantada de forma inteligente (nem mais, nem menos do que o necessário, mas sempre com alta performance para garantir os processos de intercomunicação). Todo o processo, do início ao fim, tem como objetivo garantir um investimento sustentável e inteligente, que por sua vez garante um custo operacional também otimizado e sustentável.

A Studio BR Arquitetura, através da metodologia Workxperience®, realizou a conceitualização, projeto e gestão de implantação das novas sedes do Banco BMG e Banco Pine, duas marcas que buscaram posicionar-se no momento presente através de rebranding de seu espaço físico e uso sustentável de recursos, focando os investimentos nos maiores ativos que entendem possuir: seus colaboradores e clientes.


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