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Estado de Minas

Espaço do leitor


postado em 11/04/2019 05:06

INSS
Governo não deve opinar sobre investimentos


Mário A. Dente
São Paulo

"Leio comentários de jornalistas, de leitores em jornais e de políticos sobre tempo de contribuição, idade para se aposentar, valores pagos e recebidos e a respeito da irracionalidade de quem recebe. O governo não tem dever nem direito de opinar sobre o investimento individual no INSS, pois os valores são propriedade dos investidores, e não do governo. A melhor solução seria extinguir o INSS e transferir os valores que cada contribuinte depositou para um banco ou fundo privado escolhido pelos donos dos valores depositados. Os rendimentos recebidos pelos investidores, após a aposentadoria, seriam X vezes maiores que os atuais. Funcionários privados e públicos teriam os mesmos deveres e direitos. E os aposentados teriam a opção de continuar recebendo os rendimentos mensais ou sacar o total aplicado e as correções anuais de inflação etc."

Previdência
Brasil precisa de um diálogo político construtivo


Sebastião Ventura
Belo Horizonte

"Há o consenso na sociedade brasileira sobre a inadiável necessidade da reforma previdenciária. As coisas mudaram. Temos mais qualidade de vida, ganhamos longevidade e contamos com impressionantes avanços da ciência, medicina e tecnologia. À luz de uma natural relação de causa e efeito, viver mais custa mais caro. A Previdência brasileira cobra um preço barato para algo oneroso, deixando o sistema inviável sob ótica financeira. Por assim ser, as regras de aposentadoria do século passado ficaram completamente obsoletas e irreais, forçando uma cogente adaptação do sistema previdenciário nacional ao atual contexto da vida em sociedade. Se existe consenso sobre o cabimento da reforma, ainda não há convicção sobre a exata fórmula política a ser adotada. Sabemos que temos que nos mover, mas ainda não decidimos o caminho. No limbo das soluções, os interesses do atraso crescem e se organizam para desorganizar a reforma. Privilégios insustentáveis se transformam na intransigente defesa de direitos adquiridos, quando, sabidamente, o pressuposto da aquisição de um direito é justamente a sua possibilidade. Em síntese, não há direitos adquiridos impossíveis, sendo a incapacidade de pagamento uma impossibilidade concreta. Diante de tantos abusos, injustiças e iniquidades, o Brasil votou para mudar. A eloquente vitória nas urnas do governo Bolsonaro foi uma resposta de um povo cansado de ser enganado. Estabelecido o novo cenário, o  Parlamento estrategicamente, aguardou, os movimentos do Planalto. E, infelizmente, até o momento, estamos órfãos da superior habilidade política necessária à aprovação do projeto de reforma previdenciária. Ora, o argumento de que o governo fez sua parte e que, a partir de agora, a responsabilidade seria supostamente do Congresso, é absolutamente pueril. Se o sistema fosse parlamentarista, a premissa seria verdadeira. Mas, no presidencialismo, o poder político é magnético à alta figura presidencial. Não adianta querer fugir dos intransferíveis deveres do cargo. Ou se assume para vencer ou não se passará de um assumido derrotado. Portanto, um presidente forte se impõe naturalmente ao Legislativo, enquanto que um fraco se mostra inapto a superar as sinuosas táticas de sabotagem política. Aliás, a recente exposição do ministro da Economia ao festival de sandices da oposição demonstra que o governo sequer consegue proteger uma de suas faces mais eminentes. Enfim, alguém tem que avisar o presidente de que algo não está bem. Por mais competentes e brilhantes que sejam seus ministros, é lição antiga que os deputados e senadores querem conversar diretamente com o chefe de Estado, o presidente. Expor suas apreensões e ouvir razões que exponham a importância da aprovação do projeto. E isso, frisa-se, não é toma lá-dá-cá, mas só, e somente só, fazer política com altura e autoridade institucional. Por tudo, é provável que o Congresso aprove uma reforma pela metade, aguardando até 2022 para um novo jogo de barganhas. É claro que as circunstâncias podem mudar, e aquilo que começou mal venha a terminar bem. Todavia, assim como pontes sobre rios, a política exige construção sobre bases firmes, guiando-se pela liderança daquele que sabe onde cravar estacas para as fundações de uma obra democrática duradoura. E, para durar, em vez de palavras de ordem ao vento, precisamos de um urgente diálogo político construtivo."

EM.Com

COMPANHIAS AÉREAS ADOTAM MAIS RIGOR COM COBRANÇA DE BAGAGEM DE MÃO
"Quem reclama que o preço das passagens não caiu deveria estudar mais economia e transporte aéreo. É cada bobagem que eu tenho lido..."
Luiz Claudio

"Quem vai decidir sobre bagagem e preços de passagem é a concorrência... O resto é conversa fiada."
José Carlos Vianna

"Realmente, está ocorrendo exagero quanto ao tamanho da bagagem de bordo. Mas também é fato que, após a cobrança pela bagagem despachada, os preços das passagens não caíram um centavo sequer."
Fábio César de Almeida Soares

MINISTRA DA AGRICULTURA DIZ QUE ''BRASILEIRO NÃO PASSA MUITA FOME PORQUE TEM MUITA MANGA''
"Laranjal, açaí, pé de goiaba e agora manga pra matar a fome do pobre. Deixaram a população com o abacaxi nas mãos."
Joseph Klimber
 
MORO DIZ A BIAL SOBRE OS 80 TIROS NO RIO: ''LAMENTAVELMENTE, ESSES FATOS PODEM ACONTECER''
"Queria ver ele ficar dando risadinha aí se fosse alguém da família dele..."
Junior Bigu

"Ministro, os soldados desferiram 80 tiros sob forte emoção e o que ocorreu se encaixa no seu pacote anticrime?".
Ricardo Mendes

"E tem trouxa que bate palma."
Alex Couri

BOLSONARO JANTA, HOJE, COM EMBAIXADORES DE PAÍSES MUÇULMANOS
"Governo turista."
Paulo Cesar

"Exportadores para os países muçulmanos estão morrendo de medo."
Elaine Azalini Máximo

 


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