Jornal Estado de Minas

CONFUSÃO

Passageiros tentam embarcar com coelho em voo e são impedidos; veja vídeo

Um casal de passageiros tentou embarcar com um coelho em um voo internacional, mas foi impedido por funcionários da companhia aérea KLM. A discussão, que terminou em confusão, ocorreu no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, nessa quinta-feira (19/11).





 

 


Segundo o portal G1, o casal tinha autorização para embarcar com o animal, mas foi barrado pelos funcionários e se iniciou uma discussão com troca de palavrões e ameaças. 

O momento foi registrado em vídeo que circula nas redes sociais. Veja:
 
 

O casal argumenta com a funcionária que tinha uma autorização judicial prévia e da própria companhia aérea autorizando o embarque do animal. Mas, após a discussão, uma briga generalizada tem início. 
 
O casal compartilhou imagens do coelho momentos antes do embarque (foto: Reprodução/redes sociais)
 
 
O casal compartilhou imagens do coelho momentos antes do embarque (foto: Reprodução/redes sociais)
 

De acordo com a empresa, houve um “equívoco interno” ao avisar a equipe de embarque sobre a documentação.





“Devido a um equívoco interno da companhia, o transporte excepcional do animal na cabine da aeronave, com base em uma decisão judicial, não foi comunicado à tripulação do voo com antecedência”, diz um trecho da nota.

“Ao contrário de cães e gatos, animais roedores não podem ser transportados na cabine da aeronave por razões de segurança, motivo pelo qual os passageiros não puderam embarcar no voo da KLM desta quinta-feira (18/11) em São Paulo com seu coelho”, completou.

A companhia aérea disse, ainda, que “lamenta profundamente que a situação tenha escalado para um desentendimento no local de embarque” e afirma condenar “qualquer tipo de comportamento violento de passageiros e colaboradores.”

Segundo o G1, o casal não conseguiu embarcar no voo de quinta-feira, mas a empresa informou que eles devem pegar um novo voo nesta sexta-feira (19/11). Uma investigação interna também foi aberta para apurar os fatos. 
 
*Estagiária sob supervisão do subeditor João Renato Faria





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