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Estado de Minas OSTENTAÇÃO

Estagiário usa cartão corporativo para viajar, malhar e pagar festas no DF

O universitário pagou viagens para a praia e noitadas em boates sofisticadas; o jovem chegou a financiar o próprio site com o dinheiro da empresa


25/10/2021 15:47 - atualizado 25/10/2021 17:00

Estagiário no Rio de Janeiro
Estagiário usa cartão corporativo para pagar viagens ao Rio de Janeiro, além de fazer compras e gastar com bebidas (foto: Instagram/Reprodução )
Um universitário brasiliense aproveitou o acesso aos dados do cartão corporativo da empresa em que estagiava para fazer a festa. Lucas Pereira de Figueiredo, de 23 anos,  pagou viagens para a praia, noitadas em boates sofisticadas, bebidas caras e importadas. Além de sua mensalidade na academia e inúmeros deliverys de comida.  
ESTAGIÁRIO OSTENTAÇÃO 
Tudo foi pago pelos cartões do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). Lucas era estagiário na área de tecnologia da informação da entidade e é acusado de copiar o número, a data de validade, o nome completo e o código de segurança das tarjetas.

A suspeita é que o jovem tenha aproveitado o livre trânsito em vários setores do Crea para ter acesso aos dados, de acordo com investigações da 5ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal. 

O estudante, que ficou conhecido nas redes sociais como estagiário ostentação, cursa o 3º semestre de análise e desenvolvimento de sistema e  trabalhou no Crea entre 23 de novembro de 2020 e agosto deste ano. 

Segundo a polícia, Lucas furtou, inclusive, os tíquetes de vale-transporte das faxineiras da empresa. 

'Estagiário ostentação'


O estagiário chegou a gastar R$ 332 em uma garrafa de uísque e viajar para o Rio de Janeiro. Lucas nunca escondeu a ostentação nas redes sociais e postou fotos nos pontos turísticos cariocas mais conhecidos. As informações foram apuradas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). 

O jovem usou, ainda, o cartão corporativo para pagar passeios de bicicleta, noitadas em boates, bebidas caríssimas e o financiamento da criação do próprio site. 

À polícia, Lucas confessou ter furtado seis notebooks da propriedade do Crea. Os equipamentos foram vendidos nas “feiras do rolo” de Ceilândia e Taguatinga. O dinheiro das vendas foi usado para comprar roupas de grife e mais viagens. 
 
* Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie.  




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