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Estado de Minas PRAENTENDER

Em meio a debate de voto impresso, entenda a efetividade da urna eletrônica

Embora o equipamento tenha se mostrado seguro em mais de duas décadas de uso, o Congresso Nacional voltou a debater a implantação do voto impresso


28/05/2021 16:02 - atualizado 28/05/2021 17:07

(foto: Arte/Hudson Franco)
(foto: Arte/Hudson Franco)

Em 2021, se completam 25 anos de implantação da urna eletrônica no sistema eleitoral brasileiro. Nesse período, nunca houve qualquer indício de fraude em votação. Embora o equipamento tenha se mostrado seguro, o Congresso Nacional voltou a debater a implantação do voto impresso. 

E, em meio a polêmicas geradas pelo debate, fizemos este vídeo #PRAENTENDER a efetividade da urna eletrônica.



A urna eletrônica foi utilizada pela primeira vez no Brasil nas eleições municipais de 1996. A estreia foi gradual.  Na época, 70 mil urnas foram distribuídas para 57 cidades com mais de 200 mil eleitores, entre elas, 26 capitais.

Cinco anos depois, os equipamentos desenvolvidos com tecnologia 100% nacional chegavam a todos os cantos do país, na primeira eleição totalmente informatizada.

Em 25 anos de eleições eletrônicas, nunca houve registro de fraude no processo de captação, transmissão e contagem de votos.

TSE garante segurança

O Tribunal Superior Eleitoral garante que o processo eletrônico de votação no Brasil é seguro e confiável.

Antes das eleições, as urnas eletrônicas são submetidas a testes públicos de segurança, com a participação de investigadores, hackers e especialistas da área para identificar e sanar qualquer vulnerabilidade no sistema.

Além disso, candidatos, partidos e coligações são convidados a fiscalizar as diversas etapas do processo eleitoral, inclusive, auditorias da votação eletrônica, a própria votação e a apuração dos resultados.

Se ainda assim houver qualquer dúvida sobre o resultado de um pleito, o sistema permite que partidos e candidatos possam auditar o processo em qualquer região.

Auditoria

Em 2014, quando Aécio Neves perdeu a eleição presidencial para Dilma Rousseff por uma margem pequena de votos, o PSDB pediu auditoria no sistema. Foi feita a checagem com o acompanhamento do partido, e nada de suspeito e anormal foi encontrado.





 


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